PROTEÇÃO ANIMAL --- Lilian Rockenbach pelos Direitos dos Animais
  

Devido a contantes PROBLEMAS TECNICOS da UOL, fiz um novo BLOG.

Todo o conteúdo deste Blog foi transferido para o outro, que está muito mais completo.

http://lilianrockenbach.blogspot.com



 

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 11h37
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EMBORA O DEPUTADO PANNUNZIO TENHA AFIRMADO QUE "COMETEU UM ENGANO E VOTARÁ CONTA O PL 4548/98" NÃO DEVEMOS BAIXAR A GUARDA

ENVIEM EMAIL A ELE SOLICITANDO UM POSICIONAMENTO URGENTE

                                          dep.antoniocarlospannunzio@camara.gov.br;

 

De: Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal [mailto:info@forumnacional.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de agosto de 2010 15:33
Para: Gerson José Lourenço
Assunto: PL 4548
Prioridade: Alta

 
Sr. Gerson
 
 
Obrigada por sua atenção imediata ao telefone e solicitamos a gentileza de nos encaminhar informações mais precisas sobre o andamento do PL 4548/98, inclusive a posição do Ilustre Deputado Antonio Carlos Pannunzio.
 
Importante para o Movimento de Defesa dos Animais Brasileiro que conquistas em favor de nova conduta social em relação aos direitos dos animais sejam mantidas.
 
Temos urgência em sua resposta a fim de propagarmos para todos os defensores brasileiros que podemos contar com valiosa ajuda.
 
 
Respeitosamente
 
 
Altina Mabellini
Secretária Geral
Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal



 

Sent: Thursday, August 05, 2010 8:08 PM
Subject: ENC: PL 4548

Senhora Secretária Geral,
 
A posição do Deputado Antonio Carlos Pannunzio em relação ao Projeto de Lei n° 4548/98, é a que se pode depreender com relativa facilidade da leitura do texto abaixo e que tem servido de base para repostas a mensagens eletronicas de eleitores, que vêm chegando sobre esta matéria.
 
Esclareço que o respectivo teor foi transmitido a Assessoria de Imprensa do Parlamentar, que têm a incumbência de cuidar do atendimento desse tipo de ação, no dia 08 de julho passado, e embora possa este receber algum retoque ou simplificação de redação, para o fim a que se destina, ilustra bem como Parlamentar entende essa questão e o tratamento que pretende dispensar a ela.
 
Assim, efetuamos a transcrição da respectivo conteúdo, a fim de que não paire qualquer dúvida a esse respeito:
 
 

"Prezado Eleitor,

 
À vista das disposições constitucionais e legais pertinentes à essa matéria,  que envolve o PL 4548, de 1998 e um leque de apensados, contendo propostas diferenciadas  a respeito tanto da fauna quanto da flora, dos antecedentes muitissimo antigos em alguns casos - embora isso não se verfique em outros -, que caracterizam o tratamento hoje em vigor, e ainda dos aspectos de mérito de que ela se reveste,  qualquer abordagem desta questão não pode nem deve pecar pelo açodamento ou pela superficialidade, já que talvez tenda, naturalmente, a demandar respostas diferentes para cada um dos projetos de lei, constantes desse conjunto.
 
Especificamente acerca da alteração pretendida pelo PL 4.548/98, que incide em dispositivo da Lei de Crimes Ambientais, o autor (Sr. José Thomaz Nonô) defende a exclusão dos animais domésticos ou domesticados da aplicação da pena de detenção  de três meses a um ano, em decorrência da prática de ato de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação, sujeita a um aumento de um sexto a um terço, na hipótese de morte. Tal iniciativa deixaria de promover a equiparação hoje existente entre a situação dos animais domésticos ou domesticados com a dos animais silvestres, nativos ou exóticos, além de causar eventuais dificuldades na aplicação dessa penalidade em experiências dolorosas ou cruéis, com animais vivos, ainda que para fins científicos ou didáticos, quando houver recursos alternativos.
 
Por tudo isso, no momento da apreciação em Plenário,  já que a matéria aguarda inclusão na Ordem do Dia, minha manifestação e voto se dará contrariamente a semelhante tentativa de modificação, a ser realizada, nesta vertente da fauna, por julgar inconcebível qualquer alternativa, capaz de piorar a legislação, o que externarei, na oportunidade concreta, junto aos meus pares, com o objetivo de, se possível, contar com o apoio de toda a bancada do PSDB, ou pelo menos da sua maioria,  a este mesmo posicionamento.
 
Antonio Carlos Pannunzio 
Deputado Federal"
 
 
Quanto à apresentação do requerimento relativo à inclusão na Ordem do Dia, no dia 03 de Agosto, cumpre-nos informar que esta decorreu de uma confusão, envolvendo um outro projeto de lei. Atesta essa intenção, até mesmo o texto acima,  cujo teor (nos trechos grifados) dão mostras inequívocas de que não há pressa por parte do Parlamentar de ver a referida proposição legislativa apreciada e votada em Plenário. Semelhante encaminhamento permitirá que, sem açodamento e de modo consentâneo com  a sua complexidade, possa se estudar cuidadosamente o que rejeitar e o que aprovar nessa matéria, a despeito do resultado das Comissões Permanentes, que, mesmo posssuindo todo valor, pode ainda receber eventual corrigenda ou aperfeiçoamento, junto ao Plenário da Casa. 
 
Isto posto, estamos providenciando a imediata substituição do requerimento referente ao PL 4548/98 por um outro requerimento de objetivo similar (também de inclusão na Ordem do Dia), porém versando sobre o PLP 306/2008, regulamentando o rateio de recursos de transferências para a Saúde, entre outros aspectos relevantes para essa atividade. Essa medida mais do que urgente, necessária, contou com a pronta concordância  do Dep. Pannunzio, que, ao tomar ciência da inadvertida ocorrência, determinou que incontinenti, no Gabinete, diligenciassemos a sua execução, o que já estamos fazendo sem maiores delongas.   
 
Ao finalizar, pedimos dar ciência deste e-mail também a Sra. Ângela Caruso, com quem conversamos inicialmente sobre o assunto, o que sem dúvida colaborou para que tivessemos condições de identificar rapidamente o equívoco do requerimento, com vistas a sua correção, o que poderá ser aferido pelo Sistema de Informação Legislativa da Câmara dos Deputados, acessível pela Internet, já nos próximos dias.
 
No mais, apresentamos nossas excusas pelas apreensões que possam ter surgido desse contratempo, ao mesmo tempo em que nos colocamos a disposição em futuras reinvidicações, que, além de justas, atendam as convicções e consciência do Dep. Pannunzio, como neste caso. 
 
Gerson José Lourenço 
Secretário Parlamentar             



Escrito por Lilian Rockenbach às 19h07
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   Alteração do artigo 32 - modelo de carta

Sou contra a aprovação do PL 4548/98, que pretende alterar o artigo 32 da Lei Federal 9605/98, excluindo a expressão "DOMESTICOS/DOMESTICADOS" desciminalizando os atos de crueldade cometidos contra animais.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade.

 

Prezado deputado

 

Ser favorável à realização de manifestações culturais não deveria, em hipótese alguma, fazer um parlamentar eleito pelo voto direto, ser conivente com crueldades cometidas contra indefesos.

 

Mesmo uma pessoa totalmente leiga em assuntos jurídicos, como eu, ao ler o artigo 225, Vll da nossa CF percebe descrito claramente que “o poder público tem o dever de proteger a fauna” e quando dizemos fauna, não há discriminação, pois ela engloba todos os animais “na forma da lei, as práticas que submetam os animais a crueldade”, os destaques foram copiados de nossa Constituição exatamente como descritos. Quando falamos de crueldade, falamos de todas as atrocidades a que são submetidos os indefesos animais por nós seres humanos. Crueldades estas que vão desde ao abandono até o ateamento de fogo, esquartejamento etc. Práticas cometidas com o animal ainda vivo.

Agora não pensando no aspecto constitucional, mas moral desta aprovação. Enquanto em todo o mundo é cada vez maior a busca da conscientização das populações em relação ao bem estar e respeito dos animais, primando-se desta forma pela vida, vamos nós, brasileiros, na contramão da história aprovando e tentando tirar os animais domésticos e domesticados da única lei federal que os protege.

Seria isso moral?

Admitir que os crimes contra estes indefesos fossem retirados da tipificação atual (crime), seria o mesmo que considerar isso como conduta aceitável, e a meu ver, fazer a sociedade entender que com esta ação, estariam vós, parlamentares eleitos pelo voto direto, incentivando esta prática cruel e covarde.

Num momento em que o clamor da população é por leis mais rígidas e punições mais severas em relação aos crimes de crueldade contra os animais, parece que os parlamentares desta casa, incluindo o nobre deputado, totalmente alheios as expectativas da população que os elegeu, estão enclinados a aprovar uma lei que vai contra todos os princípios éticos e morais de que tenho conhecimento, propondo inclusive um Projeto de Lei que seria o maior retrocesso nessa história toda.

Nobre deputado, ouça o clamor da população que o elegeu e faça juz aos votos que recebeu, lembrando-se que neste ano teremos eleições novamente.

Precisamos de medidas efetivas e não de medidas políticas, por favor posicione-se.

O senhor é contra ou a favor que os atos de crueldade contra animais indefesos sejam crime?

Seguem algumas imagens de “MANIFESTAÇÕES CULTURAIS” feitas com animais Domésticos E Domesticados

 

 


Conto com seu voto CONTRA  a aprovação do projeto de Lei que considera CRUELDADE COMETIDA CONTRA ANIMAIS como MANIFESTAÇÃO CULTURAL

 

Nome Completo

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 23h09
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   Animais em circo

Carta redigida por mim e enviada a todos os deputados de Brasilia pela aprovação do PL 7291/06 que proíbe a utilização de animais em circo no Brasil


“Sou contra o uso de animais em circos e a favor da aprovação do substitutivo do PL 7291/06 que proíbe a utilização de animais em circo no Brasil, que irá a votação na Comissão de Educação e Cultura no próximo dia 03/06/09 (quarta-feira), às 9h, no Plenário 10 da Câmara dos Deputados,”

Prezado Deputado,

Em todo o mundo substituir o uso do trabalho escravo de animais por arte, é uma tendência.

Cada animal utilizado em circo é, no mínimo, um emprego a menos, mais um malabarista no farol, mais um artista desempregado e o mais triste e cruel: um animal escravizado, sendo obrigado a desempenhar um papel totalmente incompatível com sua natureza e instinto por toda a vida.

A maior prova dessa tendência é o fato de que o maior circo do mundo, O CIRQUE DU SOLEIL , não utilizar um animal sequer em seus espetáculos, ao contrário, emprega todos os esforços na busca e capacitação constante de seus artistas “humanos”.

Este é o verdadeiro espetáculo da vida.

Esta é a verdadeira arte, o ser humano “racional” desenvolver suas habilidades e empregá-las em espetáculos artísticos, não a vergonhosa captura de animais selvagens submetendo-os a trabalhos escravos que vão contra toda a sua natureza.

Outro fator importante a ser relevado é a crueldade cometida contra estes animais para condicioná-los a exercer a função determinada pelo homem.

O especialista em comportamento animal Jairo Motta, que treina animais para propagandas, deu um depoimento ao Diário Popular do dia 16 de abril de 2000, onde explicou que os circos adestram os animais pelo método descoberto pelo cientista russo Ivan Pavlov, morto em 1936: o condicionamento através da dor.

Animais de circo são aprisionados até sua morte, passam fome, ficam confinados por toda uma vida sem as mínimas condições de higiene, muitas vezes em jaulas que lhe impedem até os movimentos mais comuns como o ato de ficar em pé, além de passar por um processo cruel de adestramento, para aprender a fazer coisas totalmente contrarias à sua condição de “animal selvagem”.

E quanto aos elefantes, que balançam seus imensos corpos graciosamente sugerindo alegria e contentamento, ao contrário do que imaginamos, esta “dança” é um comportamento de stress resultante do fato de passar anos acorrentado impedido de movimentar-se sequer de um lado para outro. Elefantes são animais que em seu habitat natural chegam a caminhar de 30 a 40 km diários, mas nos circos passam a vida acorrentados.

Argumentos não me faltam para descrever as atrocidades a que são submetidos os animais que vivem em circos, tenho certeza que muitos dos fatos citados acima são do conhecimentos de vossas excelências e exatamente por isso peço aos senhores que aprovem o substitutivo do PL 7291/06 que proíbe o uso de animais em circos no Brasil.

Certa de contar com vossa presença no dia da votação, atitude em prol da vida e contra a crueldade na aprovação do substitutivo do PL 7291-06, agradeço.


Escrito por Lilian Rockenbach às 14h48
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LEISHMANIOSE VISCERAL CANINA


Petição pela sanção/aprovação do Projeto de Lei 510/10, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, que obriga a realização de exame laboratorial de prova e contra prova em todos os animais com "suspeita" de Leishmaniose Visceral Canina, com a finalidade de impedir a matança desnecessária de animais e do diagnóstico preciso para proteger humanos.

http://www.petitiononline.com/pl510/petition.html


O Brasil é o único país que MATA animais com Leishmaniose.

Um Decreto Federal manda MATAR todos os animais com "SUSPEITA" da doença, sem a necessidade de exame comprobatório.

O Ministério da Saúde proíbe o tatamento em animais com medicamentos de uso humano.

Não existem, no Brasil, medicamentos de uso veterinário para o tratamento.

A importação de medicamentos é proibida.



Quer mais informações sobre Leishmaniose?
Acesse o site: http://fielamigo.com.br/trata/

 




Escrito por Lilian Rockenbach às 11h06
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   LEISHMANIOSE- PROJETO DE LEI APROVADO

 

Assembleia Legislativa de São Paulo aprova Projeto de Lei que obriga a realização de exame de contraprova em animais suspeitos da doença.

Foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo na última quarta-feira, 23/06/10, o Projeto de Lei número 510/10, de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PV-Campinas), que normatiza o controle da eutanásia de cães portadores de Leishmaniose Visceral Canina.

 

Segundo a propositura aprovada, para que seja feita a eutanásia em cães portadores de Leishmaniose no Estado de São Paulo será obrigatória a realização de, pelo menos, dois exames para confirmar a presença do parasito que transmite a doença no animal: um sorológico e outro parasitológico ou sorológico com antígeno recombinante.

 

O primeiro exame a ser realizado nos cães deverá ser o sorológico de antígenos totais. Os animais cujo resultado deste exame resultar positivo serão considerados suspeitos da doença, que somente será confirmada mediante a realização de um segundo exame comprobatório.

 

Os exames realizados com o intuito de investigação ou inquérito epidemiológico, feitos pelos órgãos de zoonoses, canis públicos, unidades de saúde e estabelecimentos oficiais do Estado, só poderão ser usados como levantamento epidemiológico e não como diagnóstico ou critério para eutanásia de animais.

 

Segundo a proposta aprovada pela Assembleia Legislativa, os animais que obtiverem resultado positivo nos exames sorológicos de antígenos totais serão considerados suspeitos e poderão realizar outros exames para a confirmação de seu estado de portador de Leishmaniose. Os exames comprobatórios deverão ser realizados de forma gratuita pelos órgãos competentes ou mesmo em laboratórios particulares, devidamente credenciados na Rede Oficial do Ministério da Saúde.

 

A Constituição Brasileira garante o direito a contraprova de exames realizados pela rede pública de saúde, desde que o dono do animal faça a solicitação por escrito ao Poder Público.

 

Casos em que os animais poderão ser eutanasiados

 

Os animais somente poderão ser eutanasiados caso apresentem o seguinte quadro, cumulativamente:

 

I- o exame parasitológico escolhido apresentar resultado positivo;

 

II- o exame confirmatório, se realizado, apresentar resultado positivo;

 

III- não existir possibilidade de tratamento da doença.

 

IV- o proprietário assinar um termo de consentimento livre e esclarecido, formulado pelo Centro de Controle de Zoonoses, o qual deve conter todas as informações prestadas ao proprietário, inclusive da possibilidade de requerer a contraprova dos exames positivos do Poder Público ou realizá-la a seu custo, e de optar pelo tratamento sob acompanhamento de médico veterinário.

 

Havendo a possibilidade de tratamento, o proprietário obrigatoriamente deverá realizá-lo, a seu custo, com médico veterinário que ficará obrigado a emitir laudo de acompanhamento semestral ao Centro de Controle de Zoonoses.

 

O Projeto de Lei será encaminhado para sanção do Governador do Estado de São Paulo.

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 20h48
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CONTINUAÇÃO

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DESTE PROJETO DE LEI

 

A Leishmaniose está comprovada em cidades muito próximas à capital de São Paulo



Os principais e mais absurdos assuntos inerentes à doença no Brasil são:

    * O Brasil é o único país que mata cães com a desculpa de controle da doença, todos os outros tratam.


    * Uma portaria interministerial proíbe o tratamento de cães com medicamentos de uso humano.


    * Não há medicamentos de uso veterinário.


    * Um decreto federal determina que todo animal "com suspeita" da doença deve ser sacrificado.


    * O manual da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo não autoriza a realização de exame de contra prova em animais cujo primeiro exame acusou resultado positivo, a não ser por "pedido judicial".


    * Estudos comprovam que o índice de erros (falso positivo) nos exames realizados HOJE para comprovar a doença chega a 48%.


    * A venda da vacina contra Leishmaniose é proibida em cidades não endêmicas (cidades que não tenham casos comprovados da doença), portanto não há como nos prevenir, nem proteger nosso animais.


    * Não há estudos que comprovem que matar animais resolva o problema, uma vez que a prática da matança acontece há décadas e o índice de casos humanos só tem aumentado.

 

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 20h46
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   COLECIONADORES DE ANIMAIS

A Síndrome de Noé

Apesar do abandono não acabar nunca, temos que avaliar os nossos limites: cada um tem o seu, sem exceção.

Para uns o limite é ter 2, para outros, o limite é ter 20 ou 30 aniImais. Cada caso é um caso.
Mas colecionar animais é uma doença constatada.
É uma variação da Síndrome de Diógenes
,
chamada Síndrome de Noé
(veja quem fala sobre isso: http://pt.wikilingue.com/es/S%C3%ADndrome_de_Di%C3%B3genes)
esse link não mostra a mesma coisa que o texto abaixo.
São dois textos diferentes. Ambos interessantes.

NINA VILEGAS (São Paulo - SP) 
 
www.cachorrolandia.nafoto.net (Adote, divulgue! Fotos novas todos os dias)

  A síndrome dos colecionadores de animais

(O doutor em psicologia Randy Frost, do Smith College, de Massachusetts, nos Estados Unidos, explica o que é a síndrome dos colecionadores de animais)




Colecionar animais (animal hoarding)

É um comportamento humano patológico, que envolve a necessidade compulsiva de ter e controlar animais, associada à incapacidade de reconhecer o sofrimento deles.
Implica o crime de maus tratos aos animais e envolve sérias questões de saúde pública.



ÉPOCA - Como um colecionador de animais patológico se diferencia de um cachorreiro normal?
Randy Frost- Observamos se os animais estão recebendo tratamento adequado. Há pessoas que possuem vários animais e são capazes de cuidar bem deles, mas em um dado momento alguma coisa acontece e surge um desequilíbrio. Normalmente é algum tipo de perda, seja financeira ou de alguma pessoa querida. A partir daí essas pessoas não conseguem mais cuidar dos animais como cuidavam antes e eles passam a sofrer. Elas não percebem que seu comportamento mudou e não tomam uma providência para voltar ao normal.

ÉPOCA - Então tudo começa a dar errado a partir de uma situação nova? Frost-Sim, em alguns casos. Esse é um dos perfis de colecionadores de animais. Uma das características dessa síndrome é a ligação forte que essas pessoas sentem com os animais. Muita gente que cria bichos de estimação em casa se sente ligada afetivamente com eles, mas nos colecionadores essa ligação é tão próxima que eles não conseguem deixar o animal ir embora, mesmo quando está claro que ele ficaria melhor em outro lugar. Muitas vezes gastam muito dinheiro e muito tempo por causa disso. A situação até pode seguir sob controle durante algum tempo. O problema é quando, por alguma questão financeira, familiar ou de saúde, a pessoa não tem mais condições de cuidar dos bichos, mas já não consegue se desapegar deles e procurar um novo cuidador

ÉPOCA - O que pode ser feito para ajudar essas pessoas e esses animais?
Frost -Nós não sabemos qual é a melhor estratégia. Conheço pessoas que foram colecionadoras de animais e hoje estão livres do problema. Elas contam que, enquanto estavam agindo como colecionadoras, simplesmente não percebiam o que estava acontecendo. Não enxergavam que podiam viver sem tantos animais, e que aqueles animais também conseguiriam viver muito bem sem eles. Depois que eles ficaram sem os animais, adquiriram uma nova perspectiva daquela situação. [Nos Estados Unidos esses casos são resolvidos judicialmente: os animais são recolhidos e os colecionadores são proibidos de criar animais novamente] Finalmente perceberam que na verdade estavam prejudicando seus bichos. O problema é que os abrigos costumam não ser espaçosos o bastante para acomodar tantos. Então algumas vezes eles são sacrificados.

ÉPOCA - O medo dos colecionadores é justamente esse, não?
Frost -Sim, eles sentem que têm a missão de evitar a morte dos animais. Eles seguem o raciocínio de que um animal doente ou tratado inadequadamente é melhor do que um animal morto. O que me parece é que a melhor estratégia para começar a recuperação dos colecionadores é criar um ambiente estável e evitar que eles colecionem mais animais. É muito difícil conseguir que as pessoas se desfaçam de seus bichos.

ÉPOCA -E dá pra prevenir esse comportamento?
Frost -O que acontece aqui - e acredito que no Brasil aconteça a mesma coisa - é que essas pessoas são facilmente identificadas em suas comunidades como "a mulher dos gatos", ou algo assim. E aí os vizinhos que não querem mais seus gatos vão jogá-los dentro da casa dessa mulher. E isso contribui para agravar o problema. E o que essa mulher vai fazer? Ela não será capaz de despejá-lo na rua, pois tem medo de que o gato não sobreviva.

ÉPOCA - Há como parar esse ciclo vicioso?
Frost - Sim, quando há clínicas veterinárias e abrigos que os colecionadores freqüentem. Os profissionais desses lugares podem ficar de olho nos colecionadores e puxá-los para uma conversa. Eles podem falar sobre o estado de saúde dos animais e oferecer algum tipo de ajuda.

ÉPOCA - Aqui a internet tem sido uma aliada de cachorreiros e ONGs na meta de aumentar as adoções. Você vê essas redes positivamente?
Frost -Acho que a internet é um ótimo recurso para resolver esse tipo de problema. Só que ela é ao mesmo tempo um lugar onde os problemas podem ficar piores, pois os colecionadores podem procurar ainda mais animais na internet.

Características do comportamento de um colecionador de animais

  • - Incapaz de colocar um limite no número de animais abrigados
  • - Mantém um número anormal de animais em casa
  • - Incapaz de dar aos animais o mínimo de condições de vida: alimento adequado, água, cuidados veterinários, e  higienização do animal e do ambiente (as fezes e a urina se acumulam)
  • - Inábil para admitir a própria incapacidade de cuidar minimamente dos animais e perceber o impacto negativo em sua própria saúde e bem-estar, na das pessoas próximas e dos animais abrigados
  • - Incapaz de agir sobre a deterioração das condições dos animais ou do ambiente
  • - Incapaz de doar um animal que seja (há casos em que nem os animais mortos são retirados do local)
  • - Evita situações que poderão expô-lo, como, p.ex., receber amigos em casa


Lidando com o colecionador

Uma das formas mais efetivas de lidar com situações de Hoarding é montar uma força-tarefa interdisciplinar, envolvendo representantes de todas áreas envolvidas. Nos Estados Unidos, muitas comunidades montaram equipes com pessoas da área da saúde pública, serviço social, fiscalização do código de posturas e grupos de proteção aos animais, para um esforço conjunto na condução destes casos.

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/1,,EDG75402-5856,00.html

 

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Escrito por Lilian Rockenbach às 11h01
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CFMV DECIDE TEMAS PARA DISCUSSÃO NA CÂMARA NACIONAL DE PRESIDENTES


Na CCXXVII Sessão Plenária do Conselho Federal de Medicina Veterinária, realizada de 5 a 7 de maio, em Brasília, DF, foram debatidos e decididos os temas que serão discutidos na Próxima Câmara Nacional de Presidentes. O evento será realizado em agosto e reunirá todos os Presidentes dos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.

Foram aprovados os seguintes temas: Leishmaniose, novos desafios da Medicina Veterinária, pecuária sustentável, animais bioreatores, agroenergia e sustentabilidade no contexto do mapeamento nacional de bioenergia, animais geneticamente modificados, produção de órgãos, qualidade da água, bem-estar animal, desertificação, sistema silvipastoril, produção de bioenergia e manejos de dejetos. Os temas serão divididos em tópicos e sub-tópicos.

Sanidade – Com intuito de fomentar a discussão científica sobre a Leishmaniose, o CFMV prepara um encontro específico sobre o tema. A reunião, provavelmente, acontecerá em outubro deste ano e será aberta a todos os interessados.


Assessoria de Comunicação

http://www.cfmv.org.br/portal/destaque.php?cod=286


Em 18 de Junho de 2010 aconteceu na Assembleia Legislativa de São Paulo o maior Seminário relacionado ao assunto.

A iniciativa foi do deputado estadual Feliciano Filho, e com o tema "Leishmaniose : matar animais resolve?" o evento reuniu alguns dos maiores especialistas no assunto.


Saiba mais sobre o evento:

http://www.felicianofilho.com.br/2010/?p=1015

http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/DetalheNoticia?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=1c117a006a749210VgnVCM100000600014ac____&textoBusca=animai;matar;resolv&flRealca=T



Escrito por Lilian Rockenbach às 14h16
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Matar animais não acaba com a Leishmaniose!


O deputado estadual Feliciano Filho (PV-Campinas) promoveu na última sexta-feira, 18/06, o maior seminário sobre Leishmaniose do Brasil. Realizado no Auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa de São Paulo, o evento reuniu os maiores especialistas do país para debater o assunto.

Vítor Márcio Ribeiro, que é médico veterinário e professor da PUC-MG, palestrou sobre os aspectos éticos e técnicos da Leishmaniose Visceral Canina e traçou parâmetros de como a doença é tratada no Brasil e no mundo.

Marcio Antoninio Moreira é o responsável pelo laboratório do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi e esclareceu as formas de controle e prevenção da Leishmaniose.

Como tudo o que não é de conhecimento da população, a Leishmaniose também é alvo de algumas informações desencontradas e veiculadas por pessoas que não conhecem o assunto. Mestre em Imunologia das Leishmanioses pela USP/SP, André Luís Soares da Fonseca, médico veterinário e advogado, esclareceu as todas as verdades sobre a doença e tranqüilizou os participantes quantos aos mitos criados, principalmente através da internet.

O veterinário Fábio Nogueira esclareceu sobre as manifestações clínicas e como funciona o ciclo epidemiológico da Leishmaniose.

Muito se engana quem pensa que a Leishmaniose é motivo de discussão apenas no campo da medicina veterinária ou da biologia. No campo jurídico a enfermidade também provoca boas discussões. O advogado Sérgio Cruz, membro da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MG, explanou sobre um caso em que Belo Horizonte foi obrigada a pagar uma indenização de R$ 40 mil por ter matado o animal de um munícipe.

Doutorado em saúde Pública Tropical pela Harward University, em 1997, o epidemiologista Carlos Henrique Nery Costa esclareceu que apenas no Brasil os animais portadores de Leishmaniose são exterminados. “Infelizmente o Brasil é o único país do mundo que não segue as normas internacionais no combate e tratamento da Leishmaniose e para nenhuma endemia. Apenas para o tratamento de HIV seguimos o que é preconizado mundialmente. Matar os animais não resolve a problemática da Leishmaniose”, explica o especialista.

“Cansado de assistir a incompetência dos governos, resolvi ir além das minhas prerrogativas, que é a de fiscalizar. Por isso, resolvi promover esse seminário sobre Leishmaniose para trazer toda a verdade a tona”, conclui o parlamentar paulista.



Escrito por Lilian Rockenbach às 10h54
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O deputado estadual Feliciano Filho, autor da Lei Estadual 12916/08, que proíbe a matança de animais sadios nos CCZs, Canis Públicos e Congêneres, e obriga um exame de sangue comprobatório para animais com doenças infecto contagiosas para seres humanos e outros animais, formou uma equipe com a finalidade de visitar todos os órgãos que controlam zoonoses  do Estado de São Paulo.

Ao visitar cidades endêmicas de Leishmaniose a equipe constatou que na verdade as Prefeituras destas se utilizam da desculpa da doença para promover a matança indiscriminada e sistemática de animais.

O Decreto Federal do senado, nº 51.838, de 14 de março de 1963, condena todos os animais com suspeita de Leishmaniose Visceral Canina a serem mortos, , e como se não bastasse, uma portaria interministerial nº 1.426, de 11 de julho de 2008, proíbe o tratamento de cães com a doença com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O Brasil é o único país no mundo que não trata a doença em animais.

A utilização da vacina em animais, só é permitida em área endêmica, portanto não há como nos prevenir e proteger nossos animais.

Preocupado com esta situação, o deputado Feliciano Filho deseja realizar  na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo um seminário sobre o assunto, com o titulo: Leishmaniose: matar animais resolve?

Para ministrar as palestras temos confirmados alguns dos maiores especialistas no assunto, são eles:

 

Aspectos éticos e técnicos da Leishmaniose Visceral Canina no Brasil e no Mundo

1)    Vítor Márcio Ribeiro, Médico Veterinário, professor da PUC-MG , Mestre e Doutor em LVC, Belo Horizonte.

 

Enfrentamento jurídico no tratamento da Leishmaniose Visceral Canina.

2)    Sérgio Cruz, advogado, faz parte da Comissão do Meio Ambiente da OAB/MG e advogado da Ação Civil Pública da ANCLIVEPA-Brasil; Belo Horizonte.

 

Manifestações clínicas e ciclo epidemiológico

3)Fábio Nogueira, Médico Veterinário,professor da Fundação Educacional de Andradina/SP, Mestre e Doutor em Leishmaniose. Andradina –SP

 

Mitos e verdades relacionados ao tratamento da Leishmaniose Visceral Canina

4)- André Luis Soares da Fonseca. Médico veterinário e advogado. Professor de Imunologia e Imunoclinica e Genética Médica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Especialista e Direito Civil e Processual Civil. Mestre em Imunologia das Leishmanioses pela USP/SP e doutorando da USP/SP.

 

Epidemiologia da Leishmaniose Visceral Canina e implicações do cão como vetor

5)- Carlos Henrique Nery Costa – Medico epidemiologista – consultor do Ministério da Saúde – Piauí . Concluiu o doutorado em Saúde Pública Tropical Harvard University em 1997. Atualmente é professor da Universidade Federal do Piauí.

 

Controle e prevenção da Leishmaniose

6) Marcio Antoninio B. Moreira – Médico veterinário, dedicado ao diagnóstico laboratorial das doenças; graduado pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Araçatuba); Mestrado em Fisiopatologia pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), pesquisando o diagnóstico da leishmaniose visceral canina; Responsável pelo Laboratório de Patologia Clínica do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi (HOVET-UAM); Pesquisador do Laboratório de Patologia Animal da UNESP – Araçatuba.

 

CRMV –  Posicionamento em relação ao assunto

7) Prof. Dr. Silvio Arruda Vasconcellos – Conselheiro Efetivo


Mais informações e incrições, clique aqui.



Escrito por Lilian Rockenbach às 18h01
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PORQUÊ NÃO VÃO CUIDAR DE CRIANÇAS?

 

 

Resposta à pergunta de algumas pessoas
por Francisco José Papi


Questão interessante. Vamos ver se essa eu consigo responder de modo  didático.

1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo: As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.

Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário,  diria  "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome".

Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.

É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.

É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".


2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os "despossuídos". E sabe por que?

Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa.

Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês".

Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado".

Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".

Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.

Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.

Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.

Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.

Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua.

Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.

Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.

Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.


3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).

O fato de uma pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".

Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de  vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.

Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.

Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).

(este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005

 

O Halem Guerra do Ecosul complementa:

Esta pergunta é típica de quem não faz nada por ninguém nem por causa alguma.



Como dizia o Barão de Itararé, “de onde menos se espera é que não sai nada mesmo”.

 

Veja minha entrevista no Gaspareto sobre o assunto:


http://www.youtube.com/watch?v=HcbLW35LS8g

 

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 08h57
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PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ATENDE AO

PEDIDO DO DEPUTADO ESTADUAL FELICIANO FILHO

       


 

Atendendo ao pedido, feito em audiência realizada em 20 de Abril de 2010 pelo deputado estadual Feliciano Filho( http://www.felicianofilho.com.br/2010/?p=701), o Procurador Geral da Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, anunciou na última segunda feira a composição do Grupo Especial de Promotores para apuração de crimes contra os animais, dentro do Ministério Público de SP. O grupo contará com promotores de justiça especialistas no tema e responderá diretamente ao Procurador Geral, atuando nas áreas cível e criminal, e deverá ser formado até Dezembro deste ano.

Lembrando que na reunião realizada em 20 de Abril de 2010 o deputado estadual Feliciano Filho entregou pessoalmente dois pedidos ao Procurador Geral do Estado de São Paulo:


1- A criação do Grupo Especial de Promotores,

2- A criação da Promotoria de Defesa Animal


Na audiência o Procurador Geral do Estado, Fernando Grella Vieira, se comprometeu em atender as solicitações de Feliciano, estabelecendo um cronograma de atividades.


1- Em um primeiro momento, Fernando Grella Vieira enviará para todos os promotores do Estado de São Paulo uma recomendação para que tenham maior atenção às questões relacionadas aos crimes praticados contra os animais.


2- Posteriormente, em médio prazo, será criado o Grupo Especial de Promotores, que pode ser estabelecido sem a necessidade de Lei.


3- Já a Promotoria Especial, que requer legislação para ser instituída, será viabilizada em longo prazo.


Feliciano Filho está muito satisfeito por saber que o Procurador de Justiça Geral do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, atendeu tão prontamente ao seu pedido, demonstrando desta forma uma real preocupação com os crimes cometidos contra os animais no Estado, e agradece o empenho do deputado estadual Fernando Capez que protocolou um pedido para a criação da Promotoria de Defesa Animal.

Ainda na luta pelos animais, em 11 de maio o deputado Feliciano Filho se reuniu Secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, para
pedir a instalação de dois tipos de delegacias em todo o Estado de São Paulo.

DELEGACIA ESPECIAL
- para atender denúncias de crimes praticados contra animais nos municípios que disponham de 05 (cinco) ou mais Delegacias de Polícia (DPs),

DELEGACIA EXCLUSIVA
- nos municípios que possuem população superior a 500.000 (quinhentos mil) habitantes.(http://www.felicianofilho.com.br/2010/?p=797)



Escrito por Lilian Rockenbach às 09h00
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Escrito por Lilian Rockenbach às 11h43
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   FBI- SERIAL KILLERS X VIOLÊNCIA C/ ANIMAIS

FBI - 80% DOS SERIAL KILLERS COMEÇAM MATANDO ANIMAIS

 

"No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pereceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela".

Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham, 16 anos, acusado pela morte da mãe e por ter matado a tiros dois colegas no Mississippi.

O "serial killer" Jeffrey Dahmer que matou e depois comeu 17 mulheres, costumava empalar( enfiar uma estaca pelo ânus até a morte) sapos quando criança.

Em 1983 um estudo do FBI indicou que em 88% das familias com relatos de abuso sexual infantil, pelo menos uma pessoa tinha abusado animais

O New Jersey estudo também constatou que, em 2 / 3 destes casos, o pai abusivo tinha ferido ou matado um animal de estimação e em  1 / 3 dos casos, as crianças também eram agressores de animais.

Esses exemplos ilustram uma macabra conexão entre a crueldade oferecida aos animais e a violência contra as pessoas e autorizam especialistas como Allen Brantley do FBI, a afirmar que maltratar um animal nunca é apenas um fato lamentável, mas sim um sério alerta de perigo.


SEGUNDO O FBI, 80 % DOS ASSASSINOS COMEÇAM MATANDO ANIMAIS

 Pessoas com má índole, sempre preferem primeiramente, aqueles que não falam e não podem se defender, até que seu instinto perverso vai aos poucos se solidificando, ao ponto de, num dia qualquer, começar a colocar em prática com os de sua espécie tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais.

"Ter a capacidade de rastrear casos de crueldade contra animais, em qualquer parte do país é um passo que já é tomado há muito tempo que não só para ajudar aos animais, mas também para dar aos  responsáveis pela aplicação da lei as ferramentas de que necessitam para impedir criminosos violentos  continuem na escalada do seu  terrível comportamento", disse Michael Markarian , Vice-presidente executivo da The Humane Society dos Estados Unidos, e o presidente da Humane Society Legislativa Fundo. "Estamos gratos ao Senador Menendez,  por introduzir esta importante lei anti-crime, para o bem dos animais, bem como para a segurança pública e em nossas comunidades”


No Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a Associação Psiquiátrica Americana lista Crueldade Animal como um dos comportamentos sinalizando conduta de desordem. Clinical evidence indicates that animal cruelty is one of the symptoms usually seen at the earliest stages of conduct disorder, often by the age of eight. Evidências clínicas indicam que a crueldade animal é um dos sintomas geralmente vistos nas fases iniciais de conduta desordem, muitas vezes pela idade de oito anos . This information has only recently been included in the DSM, so some psychologists, psychiatrists, and social workers are just now becoming aware of it. Esta informação foi apenas recentemente incluída no DSM, de modo que alguns psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais estão apenas agora a tomar conhecimento da mesma.

Crimes contra os animais não são eventos isolados. FBI experts advise all appropriate agencies to share case information with one another.

Peritos do FBI aconselham todas as agências dos EUA para compartilhar informações de casos cometidos de crueldades contra animais. A comprehensive approach with cooperation from the family, support from the school, and counseling by a psychologist or social worker is essential. Uma abordagem abrangente com a colaboração da família, o apoio da escola, e aconselhamento por um psicólogo ou assistente social é essencial.

Alguns exemplos altamente divulgados da "conexão" são:

  • May 21, 1998, Springfield, OR: Kip Kinkel, 15, allegedly walked into his high school cafeteria and opened fire on his classmates. 21 de maio de 1998, Springfield, OR: Kip Kinkel, 15, supostamente caminhou em sua escola secundária em direção a uma  cafeteria e abriu fogo sobre seus colegas. Friends and family indicated that Kinkel has a history of animal abuse and torture. Amigos e familiares indicaram que Kinkel tem uma história de abuso e tortura animal. Friends said that he often bragged about torturing and killing animals. Amigos disseram que ele muitas vezes falava  sobre tortura e morte dos animais.
  • 9 de abril de 1998, West Dallas, TX: Sete e 8 anos de idade, irmãos e um amigo de 11 anos foram presos por seqüestro, espancamento e agredir sexualmente a garota de 3 anos . A local television station reported that the brothers had been involved in animal cruelty. A estação de televisão locais informaram que os irmãos tinham sido envolvidos na crueldade animal.
  • March 24, 1998, Jonesboro, AR: Mitchell Johnson - 13, and Andrew Golden - 11, allegedly shot and killed four students and one teacher ambushed during a fire drill. 24 de março de 1998, Jonesboro, AR: Mitchell Johnson - 13, e Andrew Golden - 11, alegadamente tiros e mataram quatro alunos e um professor emboscados durante um incêndio. A school friend of Golden stated that Andrew "said he shoots dogs all the time with a .22." Um amigo de  Golden Andrew da escola afirmou que "ele dizia o tempo todo que matava cães com uma 22".
  • October 1, 1997, Pearl, MS: Luke Woodham - 16, allegedly stabbed his mother to death. 1 de outubro de 1997, Pearl, MS: Luke Woodham - 16, assumiu a morte de sua mãe. Woodham then allegedly went to his high school where he shot and killed two classmates and injured seven others. Woodham então supostamente foi para a sua escola secundária ondedisparou  tiros e matou dois colegas e feriu outras sete. Woodham stated in his personal journal that he and an accomplice beat, burned, and tortured his dog, Sparkle, to death. Woodham afirmou no seu diário pessoal que ele e um cúmplice haviam  torturado  e queimados seu cachorro, Sparkle, à morte. He wrote, "On Saturday of last week, I made my first kill." Ele escreveu: "No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato". After brutally beating Sparkle, they set her on fire. Após brutal espancamento  de Sparkle, colocou fogo em seu corpo. The diary continues, "We sprayed fluid down her throat. Her neck caught on fire inside and out. It was true beauty." A agenda continua, "Nós pulverizamos  fluido para baixo sua garganta. Seu pescoço tomado no fogo por dentro e por fora. Foi uma verdadeira beleza".
  • December 1, 1997, West Paducah, KY: Michael Carneal - 14, allegedly shot and killed three classmates at school. 1 de dezembro de 1997, West Paducah, KY: Michael Carneal - 14, atirou  e matou três colegas de escola. According to another student, Carneal talked about throwing a cat into a bonfire. De acordo com outro aluno, Carneal falou que atirara um gato em uma fogueira.


  • November 1996, Tavares, FL: Rod Ferrell - 17, "vampire cult leader" and cult members Heather Wendorf, 16, Howard Anderson, 17, Dana Cooper, 20, and Charity Keesee, 17, were arrested in connection with the bludgeoning deaths of Wendorf's parents. Novembro de 1996, Tavares, FL: Rod Ferrell - 17, "líder do culto dos vampiros " e membros Heather Wendorf, 16, Howard Anderson, 17, Dana Cooper, 20, e Caridade Keesee  17, foram detidos em conexão com as mortes de várias pessoas no pais. Media accounts include animal torture and mutilation as part of their rituals. Incluíam também tortura e mutilação de animais como parte de seus rituais.

 

No Brasil, o caso mais conhecido é do motoboy Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque.

Na época dos crimes, a imprensa noticiou superficialmente que o motoboy apresentava antecedentes de prática de crueldade contra animais. Sobrinho de um açougueiro que mantinha um matadouro clandestino, desde pequeno Francisco gostava de assistir ao abate do gado. Ainda garoto, ele caçava rolinhas, mutilava-as e as fritava, ainda vivas. Também maltratava  e matava cães e gatos da vizinhança, com tiros de chumbinho e pedradas.


O JORNAL ZERO HORA DO DIA 01/06/2004 DO RS

Um menino de 11 anos matou Maicon Rodrigues dos Santos ( 6 anos ), ele confessou que matou Maicon da mesma maneira que costumava matar Gatos... degolando-os.


http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://vampireclan.skcentral.com/wire.html&sa=X&oi=translate&resnum=2&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dbludgeoning%2BWendorf%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4GGIH_pt-BRBR261BR261

   http://64.233.179.104/translate_c?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.sniksnak.com/ac/abuse.html&prev=/search%3Fq%3Dfbi%2Bserial%2Bkiller%2Banimais%26start%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4GGIH_pt-BRBR261BR261%26sa%3DN

 

 

Leia abaixo o estudo realizado pela Secretaria de Saúde de São Paulo sobre este assunto...

 

 



Escrito por Lilian Rockenbach às 11h02
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FBI- SERIAL KILLERS X VIOLÊNCIA C/ ANIMAIS

BEPA

Boletim EpidemiológicoPaulista

http://www.cve.saude.sp.gov.br/agencia/bepa16_violencia.htm

 

Violência Contra Animais e a Violência Doméstica: Qual a ligação?

Rita de Cassia Garcia
Assessoria Técnica
Coordenadoria de Controle de Doenças - SES/SP



Qual a relação entre maus-tratos e crueldades para com os animais e a violência doméstica? Existe um elo entre eles? Não é de hoje que pesquisas comprovam a ligação entre a violência doméstica e a violência contra os animais de estimação, esta ultima servindo como sinal de alerta para a possível existência da violência contra seres humanos mais fragilizados no contexto familiar, como no caso de crianças, idosos e até mesmo mulheres. Mas também a crueldade contra os animais está presente como uma característica comum nos registros de estupradores e assassinos em série. O abuso contra animais aparece de forma clara nas histórias de pessoas com comportamento violento

(FBI,1998;AlanBrantley,1996).

A violência doméstica, muitas vezes, começa com o abuso ou maus-tratos de animais.  Dessa forma, cientistas sociais e órgãos de execução penal norte-americanos passaram a encarar a crueldade contra animais como um grave problema humano, diretamente relacionado à violência doméstica, abusos contra crianças, idosos e outros crimes violentos, se tornando um meio eficaz de romper o ciclo da violência doméstica de uma geração para a outra (Associação Internacional dos Chefes de Polícia, 2000).

Na Filadélfia (Estados Unidos) uma criança de 4 anos foi espancada até a morte em janeiro de 1999. Mas as autoridades de controle de cães e gatos já haviam estado no local, meses antes, devido a denuncias de crueldade com o cão da família, feitas por vizinhos.  Esse caso, entre centenas de outros, é um exemplo de como os serviços de controle de zoonoses e de controle de populações de cães e gatos, em parceria com os profissionais médicos veterinários, podem auxiliar os órgãos competentes a diagnosticar a violência doméstica (Phil Arkow, 2004).

Em pesquisa realizada por DeViney, Dickert & Lockwood, 1983, abusos contra animais aconteceram em 88% das famílias em que ocorreram casos de abusos físicos contra crianças. Segundo Groves, 2004, entre 45% a 60% dos lares com violência doméstica apresentam maior risco de abuso contra crianças.

Tanto as crianças como os animais são vítimas silenciosas da violência doméstica, muitas vezes vítimas invisíveis. Como o abuso contra o animal é um indicador de um lar caótico, no qual a segurança das crianças está em risco, tal abuso deve ser percebido e documentado, da mesma forma que um problema de bem-estar humano, e ser redefinido, também, como violência doméstica. Por sua vez, a comunidade deve ser treinada para reconhecer e denunciar todas as formas desta violência.


Por fim, a crueldade contra os animais não deve ser ignorada, mas encarada como a manifestação da agressividade latente, pois pode mostrar sinais de um comportamento futuro violento contra humanos. “Quando animais sofrem abusos, as pessoas estão em perigo. Quando as pessoas sofrem abusos, os animais estão em perigo”, Associação Internacional dos Chefes de Polícia, 2000.

*Texto escrito a partir de informações passadas durante a apresentação de Phil Arkow, no Simpósio de Policiais, em 2004, em São Paulo.

 

Bibliografia 

  1. Alan Brantley, Agente Especial do FBI, Unidade de Ciências do Comportamento, 1996
  2. Arnold Arluke & Carter Luke, Northeastern University & Massachusetts SPCA, 1997
  3. “Animals Relations in Childhood  and Later Violent Behaviour Against Humans” 
    K-G Schiff & D.A. Louw, Dept. of Psychology,  University of the Orange Free State & Frank R. Ascione, Psychology Dept., Utah State University
  4. Betsy McAlister Groves, Child Witness to Violence Project, Boston MA, 2004

Coordenadoria de Controle de Doenças



Categoria: CONSCIENTIZAÇÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 10h56
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Uma mensagem para iniciar a semana

 

 

Uma importante mensagem para começarmos a semana de uma forma diferente.

Este vídeo foi feito em homenagem a uma estudante de medicina que alguns dias antes de se formar morreu de câncer de pele, este vídeo foi mostrado na formatura dela, a mãe dela mandou ser feito



Vale a pena assistir ;)

Lilian Rockenbach



Escrito por Lilian Rockenbach às 10h31
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CÃOMINHADA DO CCZ

AGRADECIMENTOS - 1º ANIVERSÁRIO DA CÃOMINHADA CCZ SP


 

Parabéns a todos que participam deste importante projeto no CCZ de São Paulo, principalmente para você Regiane que está lá todos os Domingos, chova ou faça Sol, e à Dra. Rita Garcia que é a verdadeira e grande realizadora do projeto, pois a primeira Cãominhada aconteceu por sua iniciativa, muito timidamente, com cerca de dez participantes..

O que para nós são apenas algumas horas, para os nossos irmãos animais é tudo o que eles teem.


Lilian Rockenbach

 

deRegiane Cristina Francelli <rfrancelli@gmail.com>

Olá galera do BEM.
 
Agradeço a presença de todos que estiveram presentes na manhã de ontem (16/5) na Cãominhada com os Animais do CCZ SP.
 
Acredito que pudemos levar para a casa bons momentos de alegria, descontração, trabalho em equipe, esforço comunitário e solidariedade com os animais humanos e, principalmente, com os animais não humanos, além de nos deliciarmos com a comidinha, bolos e doces maravilhosos em nosso Almoço Comunitário e comemoração dos aniversariantes de abril e maio.
 
Agradecimentos especiais à Sandra Brassioli, Debora, Evandro e Aline, equipe do Setor de Educação que ajudou na divulgação e parte da organização desse evento.
 
A todos os funcionários do CCZ que estiveram presentes.
 
À minha parceira e companheira de luta e voluntariado JORDANA PORTO, que sempre me apoia e não mede esforços para a realização de missões quase impossíveis.
 
À equipe da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, divulgando o evento e trazendo a equipe de reportagem da JOVEM PAN e RECORD.
 
Aos veterinários Monica, Fernando, Dionisio, Ricardo e Telma que trabalham diariamente para que os cães do canil coletivo possam, cada vez mais, estar saudáveis e com melhores condições de bem estar.
 
Aos agentes de apoio que tanto têm colaborando com a equipe de voluntários e passeadores todos os domingos durante as Cãominnhadas, além de todo o trabalho sério e responsável realizado todos os dias nos canis.
 
Aos funcionários da limpeza e da equipe de segurança por estarem, na maioria das vezes, sempre dispostos a cooperarem em suas funções, até mesmo quando os problemas de infra-estrutura e recursos materiais impedem que tarefas simples sejam realizadas de pronto.
 
Agradecimentos mais do que especiais à Drª Rita Garcia, coordenadora do PROBEM, pela magnífica dinâmica de grupo e palestra realizada a todos os presentes, que puderam vivenciar a questão do ABANDONO e da POSSE RESPONSÁVEL, pelo OLHAR DO ANIMAL. Sem dúvida, uma experiência inusitada para muitos dos presentes.
 
Ao passeador Celso Souza Barros Filho e grupo de amigos que doaram 100 cobertores para os peludos e peludas do CCZ.
 
Ao parceiro de luta Lito Fernandez que deixou por alguns instantes a feira de adoção do Natureza em Forma e veio nos prestigiar.
 
Aliás, Lito, PARABÉNS pelo belo espaço conseguido na Santana Parque Shopping e pelas adoções feitas nesse final de semana.
 
A todos os parceiros da causa animal que, direta ou indiretamente, têm prestigiado e torcido pelo nosso tabalho.
 
À equipe da FORÇA AÉREA que passará a trazer para as Cãominhadas, nos próximos domingos, cerca de 10 soldados para participarem da atividade e aprenderem cuidados básicos que devem ser dados aos animais.
 
Aos passeadores que estiveram participando pela primeira vez e deram um bom exemplo de cidadania.
 
Aos passeadores que têm nos ajudado há vários meses, prestigiando esse projeto e colaborado com tanto empenho por uma melhor qualidade de vida para os animais internados no CCZ, à espera por um novo lar.
 
E, finalmente, à equipe de MONITORES-VOLUNTÁRIOS DO PROJETO CÃOMINHADA, que têm pacientemente acreditado no meu trabalho e tanto me ajudam a dar continuidade nas ações necessárias de bem estar para os cães e gatos que vivem atualmente no CCZ SP.
 
Uma equipe de jovens responsáveis, interessados e muito prestativos, que não medem esforços para verem os animais sempre bem cuidados, enquanto esperam por uma família que os acolham. Um belo exemplo a ser seguido pela nova geração. 
 
E, sem dúvida alguma, AGRADEÇO A TODOS OS CÃES E GATOS que por ali passaram ou que ali se encontram e têm nos propiciado muitas oportunidades de aprendizado e lições de AMOR INCONDICIONAL.
 
Que São Francisco sempre abençõe a TODOS, sejam ANIMAIS HUMANOS ou ANIMAIS NÃO HUMANOS.
 
1 ANO DE CÃOMINHADA COM OS ANIMAIS
DO CCZ SP !!!
 
MAIS UM SONHO SE TRANSFORMANDO 
EM REALIDADE, EM MEIO A TANTOS OBSTÁCULOS VIVENCIADOS !
 
UM PROJETO QUE VÊM SERVINDO DE INSPIRAÇÃO PARA OUTROS CCZs 
E MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO,
A EXEMPLO DE ITATIBA E BROTAS.
 
 
Muito obrigada a todos pela compreensão, colaboração e participação.
 
Abs e vamos CÃOMINHANDO...
 
Regiane C. Francelli
voluntária CCZ SP - Coordenação Cãominhada
11  8932-4948


Escrito por Lilian Rockenbach às 10h01
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Deputado Feliciano propõe a criação do Fundo Estadual de Defesa Animal



Viabilizar a ampliação de parcerias entre o Governo com Prefeituras e entidades de proteção animal para a instituição de programas de castração e identificação. É com este objetivo que o deputado Feliciano Filho propõe a criação do Fundo Estadual de Defesa Animal (FEDA).

A proposta foi formalizada em uma indicação apresentada nesta quinta-feira, 13 de maio na Assembleia Legislativa. Ela será publicada no Diário Oficial e encaminhada ao governador do Estado de São Paulo.

Feliciano enfatiza o mérito da proposta. “Além de tratar-se de uma questão humanitária, é também questão de saúde pública e meio ambiente”, salienta.

http://www.felicianofilho.com.br/2010/?p=818



Escrito por Lilian Rockenbach às 09h18
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Leishmaniose

 

LEISHMANIOSE: Parece que o "negócio" é matar mesmo!


O mesmo Manual citado pelo Secretário de Saúde de Bauru, diz que o  diagnóstico parasotológico é o único teste "padrão ouro" para a detecção da doença.

Atualmente os principais métodos utilizados para o diagnóstico sorológico são: o ELISA (imunoenzimático) e a RIFI (imunofluorescência indireta), e objetivam detectar anticorpos contra Leishmania, porém estes apresentam um alto índice de resultados falso negativo pela demora que o animal leva para apresentar a infecção (em média três meses após a infecção) e falsos positivos, já  que outras doenças podem apresentar reações cruzadas como: chagas, toxoplasmose, erliquiose, co-infecção por erliquiose e babesiose e neosporose (Zanette, et al., 2006).

CCZ de Bauru rejeita levar em conta resultado de laboratório particular no caso da cadela Xuxa

15 de maio de 2010

Em meio à polêmica sobre a cadela Xuxa (acompanhe notícia publicada na ANDA), cujo exame por rede particular descarta leishmaniose – doença detectada no animal, segundo o CCZ de Bauru (SP), conforme o BOM DIA mostrou nesta sexta (14), a  Secretaria Municipal da Saúde informa que a situação “permanece a mesma” perante o órgão. “O exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultado positivo.”

Sobre a realização de novos exames, o Centro de Controle de Zoonoses informa que “nenhum resultado foi apresentado ao órgão” e, “ainda que o seja”, diz seguir conduta do Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral Americana do Estado de São Paulo, de 2006. “O plano de Vigilância e controle não preconiza a realização de contraprova e se esta, por motivos de força maior [solicitação judicial] for realizada, só serão aceitos os resultados obtidos de Laboratórios de referência estadual e não de laboratórios particulares.”


FONTE: ANDA

--
Lilian Rockenbach

 



Categoria: CONSCIENTIZAÇÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 11h08
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   PET FASHION WEEK

DO QUÊ OS ANIMAIS PRECISAM?

Repasso o texto escrito e publicado pelo Dr. Wilson Grassi.

Parabenizo ao Dr. Wilson Grassi, pelo texto, e concordo plenamente com suas colocações.

Assisti um vídeo na no site da VEJA, divulgado pelo Twitter, onde vi capas de crocodilo eram vendidas para cães e conjuntos de capa e bolsa foram vendidos por R$10 mil e a grande estrela da feira foi uma capa de cristais ao preço de R$ 35 mil...

 

Pet Fashion Week. Nem luxo, nem lixo

Por Wilson Grassi

                                                                                                        Foto: Evento em foco


Para mim e muitas outras pessoas é difícil não ficar indignado ao ver poodles tingidos de cor de rosa, tosas estilizadas e adereços inúteis, como os que pontuaram a edição paulistana do Pet Fashion Week, em sofisticado hotel da capital. Evento destinado, segundo os organizadores, a apresentar ao varejo seus produtos e inovações nos segmentos de moda, tosa e lifestyle, (aliás, nem sei direito o que querem dizer com lifestyle).

Uma leitura mais atenta, porém, revela a violência que é a tentativa de humanização destes animais, visando apenas atender ao senso estético humano. Preencher o ego de algumas pessoas e os bolsos de outras.

Nem a desculpa de que o evento angaria fundos para “instituição Cão Guia” me convence, mesmo porque também este tipo de exploração animal é bastante questionável.

A comparação do luxo versos o lixo fica chocante quando lembramos que para cada cão que tem acesso a um colar de pérolas, como os que desfilaram neste evento, milhões não tomam as vacinas básicas! E poucos se preocupam com isso.

Para cada cão que passou por uma tintura na pelagem, milhares morrem 12 anos antes da hora, atropelados, com viroses ou sacrificados nos centros de zoonoses municipais.

Para cada cão que toma banho de ofurô, uma infinidade ainda não comeu hoje, pois não achou nada no lixo!

Outro ponto que tem que ser insistentemente lembrado, é que não só os cães e gatos são animais. Isso, para que possamos ampliar este “amor”, também aos outros animais que são tratados como escravos, como os porcos, as vacas e as galinhas.

“Não sou contra a tecnologia, muito menos contra o luxo, mas o verdadeiro desafio na questão dos cães e gatos, não é fabricar aparelhos médicos mais potentes e modernos, nem acessórios mais caros e cravejados de brilhantes. O verdadeiro desafio, e onde deveriam estar concentrados nossos esforços – e quando digo nossos, digo veterinários, políticos, empresários do mercado Pet, simpatizantes e amantes dos animais – é diminuir a população de cães e gatos em geral e consequentemente o números destes animais excluídos de qualquer tipo de cuidado.

Resolver este quadro é o verdadeiro desafio! Começar falando sobre os problemas, ao invés de enaltecer atitudes egocêntricas e mercantilistas, pode ser um bom ponto de partida.

Veterinário Wilson Grassi
www.wilsonveterinario.com.br



Escrito por Lilian Rockenbach às 10h01
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GLOBO SE RETRATA E DIZ QUE A SOLUÇÃO PARA O "PROBLEMA" DOS ANIMAIS NÃO É A MATANÇA, E SIM A CASTRAÇÃO E POSSE RESPONSÁVEL


Parabéns a todos os que se indignaram e manifestaram seu repúdio à reportagem tendenciosa.



Escrito por Lilian Rockenbach às 08h38
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ABSURDO DA GLOBO

 

 

BOM DIA BRASIL SUGERE PARA ACABAR COM O "PROBLEMA" DOS ANIMAIS EM SÃO PAULO A VOLTA DA MATANÇA

Ainda na matéria a Carla Vilhena diz que os animais abandonados tranmitem doenças graves, "a RAIVA ainda circula no país em animais abandonados".

Outro problema apontado pela jornalista é a LEISHMANIOSE, "em cidades como Araçatuba, a doença vem sido registrada a onze anos, e que entidades protetora de animais estimam que pelo menos 50 mil animais foram mortos por estarem "infectados" com a doença".

Penso que deveria haver uma legislação contra esse tipo de materia e que antes de falar sobre um assunto, o jornalista fosse obrigado a estudar sobre o assunto que se propõe a abordar.


O que tenho percebido em minhas visitas aos CCZ de cidades endêmicas, é que os animais são mortos indiscriminadamente, muitas vezes sem o exame de sangue comprobatório que a Lei Feliciano obriga, e a doença é dada como motivo pq o Ministerio da Saude condena animais infectados pela doença à morte. Mesmo quando o exame é feito, é necessária uma contra prova, pois o indice de falso positivo é extremamente alto.

A materia é muito tendenciosa e , na minha opinião, tem uma mensagem "entre linhas".

Percebam que a reporter diz que o "PROBLEMA" é que em SP existe uma lei, Lei Feliciano, que proíbe a eutanásia de animais.

Em seguida ela mostra que o CCZ de Recife "ONDE NÃO É PROIBIDO MATAR" matou 2500 animais em 2009, sugerindo que lá não existe esse "PROBLEMA".


Depois ela fala da "LEISHMANIOSE" citando Araçatuba que matou cerca de 50 mil animais "INFECTADOS COM A DOENÇA" em 10 anos.

Faço parte de uma equipe que faz vistorias em CCZs, e curiosamente estivemos em Araçatuba, Bauru e outras cidades endêmicas de Leishmaniose. Descobrimos que estas cidades matam animais sistematicamente, isto consta em nossos relatórios, e já foram denunciadas no Ministério Público.


ARAÇATUBA

http://www.felicianofilho.com.br/2010/?page_id=464

BAURU
http://www.felicianofilho.com.br/2010/?page_id=572

BIRIGUI

http://www.felicianofilho.com.br/2010/?page_id=748

Será que ao linkar o "PROBLEMA" da Lei Feliciano, com a cidade de Recife que mata animais, com a cidade de Araçatuba, onde se mata animais sistematicamente com a desculpa da doença, não estaria sendo iniciada uma campanha para derrubar a Lei Feliciano uma vez que a Leishmaniose já foi identificada em cidades muito próximas da capital de São Paulo, exatamente para voltar a instituir a matança de animais, e dessa vez sistemática.

Segundo um estudo da USP São paulo possui 2.500.000 animais domiciliados.


Pensem, antes da Lei o CCZ de São Paulo matava 50 animais por dia, imaginem se identificarem um foco de doença na capital e conseguirem formar a opinião da população de que a única forma de "CONTROLAR" a doença é matando animais...

Será a pior matança de cães já registrada em nossa história.

Estamos organizando na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo um seminário LEISHMANIOSE: MATAR ANIMAIS RESOLVE? que contará com a participação de grandes especialistas no assunto, exatamente para trazer a tona essa discussão.

 

Escrevam para a REDE GLOBO e manifestem sua indignação.

http://falecomaredeglobo.globo.com/

 

Mandem emails:

ana.regina@tvglobo.com.br; ely.chagas@tvglobo.com.br; eunice.scholze@tvglobo.com.br; fatima.baptista@tvglobo.com.br ; menegotto@tvglobo.com.br; miguel.athayde@tvglobo.com.br; monique.cardone@tvglobo.com.br; gustavo.gomes@tvglobo.com.br; renata.vasconcellos@tvglobo.com.br; renato.machado@tvglobo.com.br

SUGESTÃO DE CARTA- ENVIADA PELA CINTIA FRATINNI:

"Eu telespectadora assídua do Bom dia Sao Paulo e Bom Dia Brasil venho aqui manifestar o meu TOTAL DESAPONTAMENTO e REVOLTA pela reportagem tendenciosa e com total falta de informação por parte dos repórteres: CARLA VILHENA, RENATO MACHADO E RENATA VASCONCELLOS sobre os animais abandonados que foram tratados de forma esdrúxula como simples transmissores de doenças e de dor de cabeça para o ser humano, quando a culpa por esta situação caótica é DO PRÓPRIO SER HUMANO que além de não castrar e cuidar de seus animais, ainda o abandona muitas vezes doente, ou porque ficou velho ou simplesmente porque enjoou de sua cara; isto tudo corroborado pelo PODER PÚBLICO que só empurra o problema com a barriga.

Se EUTÁNASIA como FOI SUGERIDO PELA REPORTER CARLA VILHENA fosse solução isso seria recomendado no mínimo pela OMS, mas ocorre justamente o contrário na recomendação da mesma organização, só uma política de CASTRAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO da população é o que resolve, além do que a eutanásia é pelo menos 2x mais cara que a castração para os cofres públicos.

Também absurda a colocação da lei que proíbe a eutanásia como culpada, isto foi um avanço conseguido com mais de 30 anos de luta dos protetores pelo DESCASO e o MAL que o ser humano fez e faz para com os nossos irmãos de jornada.

Acrdeito agora que a Rede Globo por colocar novelas que apoiem os rodeios, fazer apologia dos mesmos em suas reportagens e apoiar a eutanásia como solução, deve ser considerada a EMISSORA INIMIGA DOS ANIMAIS é contra todas as lutas para que estes seres tão injustiçados tenham um minimo de dignidade resgatada, já que fomos nós OS RACIONAIS que os tiraramos da natureza há 10.000 anos atrás.

QUE VERGONHA REDE GLOBO !!!! QUE "DESSERVIÇO" À NOSSA CAUSA E QUANTO DESRESPEITO AOS NOSSO IRMÃOS!!!

Absolutamente indignada e revoltada"

 

 

 

Lilian Rockenbach

 



Categoria: CONSCIENTIZAÇÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 10h10
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FOGO AMIGO

Esquadrão Pet denuncia Feira de Adoção de Animais

Srs Protetores, bom dia.

Acredito que todos conhecem o excelente trabalho realizado pelo NATUREZA EM FORMA no Casarão da Paulista, esta ONG nos últimos meses retirou do CCZ de São Paulo algumas centenas de animais para encaminhar para adoção, recebeu no ultimo dia 30/04, pelo projeto denominado FEIRAS EXTERNAS DE ADOÇÃO, o prêmio de Melhor Voluntariado de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Saúde. É inclusive responsável também pelo BANHO E TOSA dos animais do CCZ, que cuida semanalmente de cerca de 30 cães.

Infelizmente o local que era utilizado para adoções "Casarão" foi pedido e será reformado, ou seja, todo o trabalho em prol dos animais não poderia mais ser realizado. Houve então a necessidade de tentar encontrar um outro local para a realização das feiras de adoção, e dessa forma continuar retirando animais do CCZ de São Paulo.

O local mais próximo possível, embora sendo um espaço público,  ainda está sendo administrativo por uma instituição privada (Banco Santander) e a OSCIP em questão jamais deixou de realizar qualquer evento sem AUTORIZAÇÃO EXPRESSA de todos os órgãos públicos pertinentes, conforme exigido em lei. Entendo portanto, que ao denunciar uma feira realizada para doar os animais do CCZ, sem antes saber da realidade dos fatos, tal denuncia tem como único objetivo prejudicar os animais.

Mais ético seria questionar os membros da ONG em questão em relação a autorização para realização de tal evento.

É muito interessante que PROTETORES INDEPENDENTES como o ESQUADRÃO PET denunciem o trabalho de uma ONG que atua na causa animal como um exemplo para outras instituições e protetores que existem apenas para divulgar o próprio nome, e cujo trabalho ninguém conhece.

É vergonhoso, pra mim, ver inseridos no movimento de proteção e defesa dos animais, pessoas que fazem ações levianas e irresponsáveis contra quem trabalha verdadeiramente, exemplarmente e com afinco pelos nossos irmãos, ao invés de discutirem com o Poder Público ações que devem ser tomadas em relação a tantas deficiências relacionadas à causa. Gostaria também de informar a estes "PROTETORES" que a causa animal não se resume a apenas "uma lei municipal", pois esta lei 14483 resume tudo o que tenho conhecimento da atuação de vocês em relação aos animais.

ESQUADRÃO PET, abram a mente e abracem a causa, usem seus esforços para lutar contra a Exploração Animal e contra o Abuso e Maus Tratos, e não contra pessoas que estão na causa, não para levantar o ego e fazer o próprio nome, mas que estão na causa simplesmente para ajudar os nossos irmãos animais.



Lilian Rockenbach


TWITTER: http://twitter.com/lirockenbach


Escrito por Lilian Rockenbach às 10h29
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FOGO AMIGO - ESQUADRÃO PET

 

Em 4 de maio de 2010 08:30, Rita de Cassia Maria Garcia <probemsp@gmail.com> escreveu:

Bom dia a todos e todas.
Achei importante levar ao conhecimento de vocês a denuncia feita.
Rita de Cassia Maria Garcia
Coordenadora PROBEM


De: izolina ribeiro [mailto:izolina.ribeiro@yahoo.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2010 11:16
Para: Inês Suarez Romano
Cc: Claudia Furlan Mori"; stavares@prefeitura.sp.gov.br; Rejane Calixto Gonçalves
Assunto: Pedido de explicações sobre Feira de adoção na Paulista/Apoio Probem e prefeitura de SP

 Há cerca de 3 anos, meu grupo, o EsquadrãoPet, a ong TimedoTigor e outros protetores independentes  tem insistido em denúnciar o comércio ilegal sejam em petshops ou locais públicos na cidade de SP. Na semana passada após meses de insistencia vimos pela primeira vez o CCZ/SP responder às nossas denúncias prontamente, o que nos deu novamente animo para continuar na luta pela lei 14483. Estamos confiantes de que agora vamos conseguir fazer valer a lei e com certeza vamos divulgar essa nova postura do órgão CCZ/SP.

Porém em contrapartida à essas boas notícias,  uma protetora que mora na região da av. Paulista nos enviou essas fotos que estão no anexo.
Estou perplexa pois essas fotos foram feitas no feriado de 21 de abril/2010 e demonstram total falta de respeito à lei 14483, gaiolas em calçada, lugar público, e para nosso espanto conta com o apoio de  órgãos públicos,  o PROBEM e a Prefeitura de São Paulo como colaboradores de uma ação ilegal.
É  justo o PROBEM após ter deixado de utilizar a verba dotada pelo vereador Tripoli no ano passado para a construção do Centro de Adoção do CCZ, realizar uma feira que fere uma lei elaborada por ele e defendida por protetores que se desdobram para defende-la sem nada pedir? 
Gostaria de acreditar que isso não passa de um mal entendido, mas as fotos estão aí para corroborar com minha indignação. Se houver possibilidade de alguma explicação, por favor nos esclareçam, estamos no aguardo.

Izolina Ribeiro
EsquadrãoPet


LEI 14483/07
Art. 3º São vedadas a venda e a realização de eventos de
doação
de cães e gatos em praças, ruas, parques e outras
áreas públicas do Município de São Paulo.

DECRETO 49.393/08, que regulamenta a lei:

Art. 3º. São vedadas a venda e a realização de eventos de
doação de cães e gatos em praças, ruas, parques e outras
áreas públicas do Município de São Paulo
.
§ 1º. A fiscalização do cumprimento do disposto no "caput"
deste artigo, bem como a aplicação das eventuais penalidades cabíveis, compete às Subprefeituras, no âmbito de seus territórios,

e à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente,
quando a irregularidade ocorrer nos parques municipais.

§ 2º. No caso da aplicação da penalidade de apreensão de animais ou plantel, o agente fiscalizador da Subprefeitura ou da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente deve
acionar a Gerência do Centro de Controle de Zoonoses da
Coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, a quem compete realizar a remoção dos animais ou do plantel, cuja destinação obedecerá ao disposto nos incisos I, II e III do § 1º do artigo 26 deste decreto.




Categoria: CCZ DE SÃO PAULO
Escrito por Lilian Rockenbach às 10h22
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   O QUE É SER PROTETOR DE ANIMAIS

O QUE É SER UM PROTETOR E ANIMAIS?


 

O QUE É SER UM PROTETOR E ANIMAIS?

Hoje em dia a proteção animal virou um modismo. Muita gente acha bacana dizer que é “Protetor de Animais”, mas o que exatamente ser um “Protetor de Animais”?

Para começar gostaria de esclarecer que proteger animais não é chamar uma ONG ou ligar para um protetor independente quando um animal está sendo mal tratado. Proteger animais também não é ficar no computador apenas repassando pedidos de ajuda, nem se sentir no direito de exigir e cobrar que pessoas ligadas a causa façam o que você considera certo fazer. Estas são apenas formas de divulgar ações e necessidades ligadas a causa, e não a proteção em sua essência.

Em primeiro lugar é importante saber que protetores de animais são pessoas iguais a você, eles trabalham, estudam, possuem família, filhos, quintal pequeno, moram em apartamento em alguns casos, mas decidiram arregaçar as mangas e fazer a diferença. Um dia desses eu ouvi que “ser protetor de animais é um apostolado”, e isso significa você dedicar sua vida, seu tempo e seu dinheiro a uma causa que muito provavelmente “nunca” lhe trará nenhum retorno material. Consiste também em mudar seus hábitos alimentares (parar de consumir carne), hábitos de diversão (rodeios, vaquejadas, touradas, feiras de exposição, de exploração, de competição, etc.), hábitos de consumo (roupas de origem animal como casacos de pele, etc.), hábitos em geral.

O “protetor de animais” muda sua visão em relação a vida, passa a respeitar toda forma de vida, passa a lutar pela defesa dos direitos dos animais, pela castração, pela adoção, por leis mais rígidas e que os defendam, pela conscientização da população, contra a exploração animal em todas as suas formas, contra o comercio de animais, etc.

Ninguém muda estes hábitos facilmente, nenhuma pessoa que conheço  amanheceu e disse: a partir de hoje sou um protetor de animais e vou deixar de fazer tudo o que fiz a minha vida inteira. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir, com o tempo criamos cada vez mais a consciência em relação aos assuntos relacionados à causa, nossos hábitos são mudados aos poucos e gradativamente. É uma luta pessoal contra nós mesmo, e em alguns casos, contra nossos familiares que não conseguem entender e aceitar essa mudança.

Ser um “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente da caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito dos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa, fazer com que as pessoas enxerguem que o animal tem uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais existem da mesma maneira que todos nós, possuem suas individualidades e não estão aqui para nos servir.

Os defensores dos animais devem ser felizes com sua bandeira, devem se orgulhar do que fazem. Se defender animais te trouxer algum tipo de angústia, talvez seja a hora de repensar e mudar de causa. Os animais precisam de pessoas sensatas, que estejam sempre empenhadas em aprender, que estejam dispostas a tentar mudar o mundo, mas se conseguirem mudar apenas a pessoa que está ao seu lado, já fizeram muito mais do que 99% da população. Os animais não podem se defender, eles só têm a nós, seres humanos, para defendê-los, e exatamente por isso temos que nos manter equilibrados para fazê-lo, e fazer com prazer, paixão e de maneira otimista. Pessoas agressivas e desacreditadas, não apenas na causa animais mas em todas as causas, geralmente não conseguem atingir seus objetivos na sociedade, pois não conseguem desenvolver o potencial necessário para valorizar a causa que defendem.

Tenha sempre a frente, e como referência, pessoas inseridas na causa e que desenvolvam um trabalho baseado na seriedade e, acima de tudo, idoneidade. Fuja dos falsos protetores, pessoas que estão inseridas na causa tentando tirar benefícios materiais ou prestígio. Acredite em você e em seus objetivos, arregace as mangas e faça, não tenha projetos alimentados apenas pela esperança, estabeleça objetivos e metas, faça você também a diferença. Pense qual a melhor forma de ajudar os animais, quais os seus pontos fortes, se você gostaria de trabalhar com resgates, com adoção, com maus tratos, com educação, contra exploração, etc. Acredite em você, e dê o seu melhor.

Abrace uma causa, qualquer causa, mas faça-o com responsabilidade e de coração aberto. Mude seus conceitos, abandone os preconceitos e faça a diferença.

Existem 3 tipos de pessoas:As que fazem acontecer, as que deixam acontecer e as que perguntam o que aconteceu? (John Richardson Jr)

Lilian Rockenbach



Escrito por Lilian Rockenbach às 10h25
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CODIGO FEDERAL DE BEM ESTAR ANIMAL

 

CÓDIGO FEDERAL DE BEM ESTAR ANIMAL INSTITUI A MATANÇA DOS ANIMAIS


Muitos tem repassado um abaixo assinado apoiando o projeto de lei 215/2007 que  institui o Código Federal de Bem Estar Animal. Mas muitos desconhecem o prejuízo que este projeto de lei pode acarretar para a causa animal .

 Código Federal de Bem Estar Animal


É importante frisar que o Projeto de Lei em questão nada tem a ver com a Lei do Rio Grande do Sul, que permite o uso de animais em cultos religiosos, vale lembrar que temos uma Lei e um Decreto Federal que proíbem e punem a prática de crueldade e maus tratos contra animais, que se aplicam perfeitamente no Rio Grande do Sul, uma vez que uma Lei Estadual nunca se sobrepõe a uma Lei Federal. Saiba mais.


 Leiam  o Código que está no site indicado  acima,  no caso dele ser   sancionado as Leis Estaduais e Municipais, em todo o Brasil,  que proíbem  a matança de animais nos CCZ, Canis Públicos e Congêneres não terão mais validade em vários de seus artigos, pois o Código prevê a matança :

do mordedor compulsivo, cuja mordedura seja comprovada apenas laudo testemunhal ;
do animal em sofrimento;
do animal com fraturas;
do animal  com hemorragias;
do animal com  impossibilidade de locomoção;
do animal com  mutilação;
do animal com  feridas extensas ou profundas;
do animal com eviscerações e prolapsos

com ocorrências constatadas por médico veterinário 

 

SUBSEÇÃO V

Eutanásia

Art. 43. Os animais deverão ser submetidos à eutanásia quando:

I. mordedor compulsivo;

II. em sofrimento, apresentando fraturas, hemorragias, impossibilidade de locomoção, mutilação, feridasextensas ou profundas, eviscerações e prolapsos, e demais ocorrências constatadas por médicoveterinário, cuja possibilidade de tratamento esteja prejudicada.

 

Um animal ferido não merece ser tratado??  Um animal que morde por maus tratos e com chance de recuperação deve ser morto??  Hemorragia  e mutilação é motivo de matar?  E prolapso é?
 
Ainda mais  quando o texto diz: ocorrências constatadas por médico veterinário, cuja possibilidade de tratamento esteja prejudicada, abre porta para eutanasiar o animal que não se enquadre em nenhuma das opções  acima, deixando  a prática de  eutanásia condicionada ao entendimento de um veterinário. 

 

__________________________________________________________________________________

Prevê ainda como uma das DESTINAÇÕES dos animais capturados em seu artigo 30, a EUTANÁSIA.


SEÇÃO VII

Destinação

Art. 30. Os animais recolhidos terão as seguintes destinações, a critério da autoridade sanitária:

I. resgate;

II. observação ou quarentena;

III. esterilização e devolução ao local de procedência, dos animais de comunidade ou vizinhança;

IV. doação;

V. eutanásia.

SUBSEÇÃO I

Resgate

Art. 31. Cães e gatos não identificados deverão ser mantidos no órgão público de controle animal pelo prazo mínimo de três dias, excluindo-se o dia do recolhimento, aguardando o resgate e, posteriormente, encaminhados para destinações previstas nos incisos II a V desta Seção.

__________________________________________________________________________________

E ainda proíbe a doação de mordedores (que podem ser confirmados apenas por comprovação testemunhal), ou seja se vc não quiser mais seu cachorro basta dizer no CCZ que ele mordeu alguém pra ele ser morto, proíbe também a doação de cães com doenças degenerativas, ou fraturas recentes.

 

SUBSEÇÃO IV

Adoção

Art. 39. O animal destinado à adoção deverá:

§1º. Animais que apresentarem características como as abaixo referidas não deverão ser disponibilizados para adoção:

a)   histórico de mordeduras ou outros agravos produzidos contra seres humanos ou outros animais;

b)   histórico de envolvimento com animal raivoso;

c)   sinais ou sintomas de doenças degenerativas, fraturas, ferimentos graves e recentes e

d)   sinais ou sintomas de doenças infectocontagiosas que ofereçam risco de comprometimento da saúde de seres humanos e outros animais, bem como risco de comprometimento ambiental.

 

O animal mordedor não merece a chance de ser doado? Mesmo que esta mordedura seja justificada, como por exemplo, a mãe que ataca para defender os filhotes, ou o cão que ataca por estar sofrendo atos de abuso e maus tratos?

E o animal capturado com ferimentos ou fraturas, não merece uma chance? Mesmo que alguém queira adotá-lo?

 Não seria mais prudente confirmar a sintomatologia de animais com sinais de doença infecto contagiosas por exame de sangue comprobatório, conforme obriga a Lei Estadual Paulista 12916/08

 

CONTINUA ABAIXO ...

 



Categoria: CONSCIENTIZAÇÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 08h34
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Continuação

 

No artigo 5, parágrafo III, onde lista o que é considerado maus tratos não consta ABANDONO.

 

 

Art. 5º Para os efeitos desta lei entende-se por:

 III.   maus-tratos contra animais: toda e qualquer ação ou omissão, decorrente de negligência, imprudência ou imperícia ou ato voluntário e intencional, voltada contra os animais, que lhes  acarrete a falta de atendimento as suas necessidades naturais, físicas, e mentais, listados seqüencialmente em rol exemplificativo e aplicáveis em todas as atividades apostadas no Código, de forma genérica e ampla:

a.   mantê-los sem abrigo ou em lugares em condições inadequadas;

b.   lesar ou agredir os animais, sujeitando-os a qualquer tipo de experiência, prática ou

      atividade capaz de causar-lhes sofrimento ou dano físico e mental;

c.   deixar de promover-lhes assistência veterinária por profissional habilitado quando necessário;

d.   obriga-los a trabalhos excessivos ou superiores as suas forças e a todo ato que resulte em sofrimento, para deles obter esforços ou comportamento que não se alcançariam   senão sob coerção;

e.   castigá-los, ainda que para aprendizagem ou adestramento;

f.   criá-los, mantê-los ou expô-los em recintos desprovidos de limpeza e desinfecção;

g.  transportá-los em veículos ou gaiolas inadequados ao seu bem-estar;

h.  submetê-los a qualquer prática que cause ferimentos, estresse, sofrimento ou morte;

i.   utilizá-los em lutas entre animais da mesma espécie ou de espécies diferentes;

j.   provocar-lhes a morte por envenenamento;

k.  a eliminação sistemática de cães e gatos como método de controle de dinâmica

     populacional;

l.   não propiciar morte rápida e indolor a todo animal cujo abate seja realizado ou

     necessário;

m.  não propiciar morte rápida e indolor a todo animal cuja eutanásia seja  necessária;

n.  vender ou expor à venda animais em áreas públicas ou privadas sem a devida licença de   autoridade competente;

o.  exercitar ou conduzi-los presos a veículo motorizado em movimento;

p.  outras práticas que possam ser consideradas e constatadas como maus-tratos pela  autoridade sanitária, policial, judicial ou competente.

_________________________________________________________________________________
O Código vai contra o que preconizado pela Organização Mundial de Saúde. Várias cidades que capturam seus animais , castram e os devolvem ao local e origem, terão que parar e fazê-lo. 

“Recente publicação da OPAS - Organização Pan-Americana da Saúde,  recomenda o método de esterilização e devolução dos animais à comunidade de origem, declarando que a eliminação de animais não só foi ineficaz para diminuir os casos de raiva, mas aumentou a incidência da doença. Trata-se da obra "Zoonosis y enfermidades transmisibles comunes al hombre y a los animales", de Pedro Acha, (pág. 370, Publicación Científica y Técnica nº 580, ORGANIZÁCION PANAMERICANA DE LA SALUD, Oficina Sanitária Panamericana, Oficina Regional de la ORGANIZACIÓN MUNDIAL DE LA SALUD, 3º edição, 2003).”  Justificativa da Lei Paulista 12916/08.

SUBSEÇÃO III

Animais de Vizinhança ou de Comunidade

Art. 37. Somente poderão ser esterilizados e devolvidos ao local de procedência os cães e gatos aceitos pela comunidade local, que espontaneamente indicará um responsável identificado.

§ 1o. Os animais de que trata este artigo, deverão ser identificados e registrados, vacinados, e estar livres de ectoparasitas e terem sido submetidos ao início do programa de desverminação, cuja complementação fica a cargo do responsável identificado na comunidade.

§ 2o. Não poderão ter a destinação prevista no caput deste artigo os animais com:

a) histórico de mordeduras ou outros agravos produzidos contra seres humanos ou outros animais;

b) histórico de envolvimento com animal raivoso;

c) sinais ou sintomas de doenças degenerativas, fraturas, ferimentos graves e recentes;

d) sinais ou sintomas de doenças infecto-parasitárias que ofereçam risco de comprometimento asaúde de humanos e outros animais, bem como ao meio ambiente;

e) e cujo local de procedência ofereça risco à vida dos animais.

Art. 38. O órgão público de controle animal deverá implantar programas de monitoramento de cães e gatos de vizinhança ou de comunidade.

 


__________________________________________________________________________________ 


Por tudo exposto, todos devem refletir bem sobre apoiar um projeto de lei que pode levar ao recolhimento de animais e a matança.

Devemos fazer valer as Leis Federais , estaduais e municipais que existem e não apoiar o retrocesso.

 

 
Andréa  Lambert
ANIIDA - Associação Nacional de Implementação dos Direitos dos Animais
 
Izabel Cristina Nascimento
SUIPA  Sociedade União de Proteção Animal
 

 

 



Categoria: CONSCIENTIZAÇÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 08h26
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EXPLORAÇÃO ANIMAL

 

EXPLORAÇÃO ANIMAL COM A AJUDA DE QUEM DEVERIA DEFENDÊ-LOS

 

 

Uma das modas dos últimos tempos é a exploração da imagem dos animais como forma de trazer lucro ao bolso de pessoas, que na maioria das vezes, não se importam nem um pouco com a vida destes.

Este mercado cruel e explorador da vida se esconde atrás do discurso “bem estarista”, mas na verdade tratam animais como propriedade ou mercadoria, pouco se importando com o seu bem estar. Este  mercado não faz nada além de explorar a imagem animal, da forma mais lucrativa para seus exploradores, emaranhando ainda mais os não-humanos no paradigma da propriedade.

A grande maioria dos produtores de produtos animais trabalham como proeminentes defensores da causa animal, estão ficando a cada dia melhores na tarefa de explorar os não-humanos de modo economicamente eficaz, Mas isso não tem absolutamente nada a ver com o reconhecimento de que os animais possuem valor inerente, ou que possuem interesses que devem ser respeitados mesmo quando isto não for economicamente vantajoso para os humanos.

Não há nada mais vergonhoso e deprimente do que ver inseridos neste mercado pseudo protetores de animais, que de forma totalmente contrária aos preceitos da Proteção Animal, ajudam a promover um mercado explorador de animais, que faz questão de mostrar ao público os elogios recebidos dos “defensores da causa”. Na minha opinião, estes pseudo protetores além de ser banidos deveriam ser exemplarmente desmascarados.

Se a indústria da exploração animal fez umas poucas melhoras em alguns aspectos do tratamento animal, essas melhoras foram, na maior parte das vezes, limitadas à medidas que tornaram a exploração animal mais lucrativa. Embora este mercado se esconda atrás da imagem da proteção animal, a incentivação de propriedade dos não-humanos e a preocupação em se maximizar o valor da propriedade animal,  militam fortemente contra melhoras significativas no tratamento dos animais, e asseguram que o bem-estar faça pouco mais do que tornar a exploração animal mais eficaz em termos econômicos

Perante a lei, são considerados "objetos de direito", assim como os bens materiais, como qualquer objeto. Na verdade, isto traduz a condição de seres que, privados de raciocínio, tal como o dos seres humanos, nunca foram capazes de lutar pelos próprios direitos.

O homem explora de todas as formas a beleza, a peculiaridade e os aspectos curiosos dos animais.

Quando se fala em exploração e crueldade animal a primeira coisa que vem à nossa mente é a exploração relacionada à alimentação. Contudo, alimentação não é a única forma de exploração animal. Milhões de animais são mutilados e abatidos anualmente para a produção de roupas e acessórios de vestuário.

A defesa dos direitos dos animais constitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos.

São pilares da proteção animal:

·         Castração

·         Identificação

·         Doação

·         Defesa dos direitos-

·         Conscientização da População-

·         Abolição da Exploração Animal – Alimentação, entretenimento, rituais religiosos, tráfico, tração, caça, aluguel, comercio, uso de peles, vivissecção e exploração da imagem.

ALIMENTAÇÃO - se você mata ou colabora na morte dos seres pagando a outros para que matem por você, implicitamente está apoiando uma forma de violência.

ENTRETENIMENTO -  o homem explora a beleza, a peculiaridade e os aspectos curiosos dos animais, confinando-os para seu entretenimento. Os belos espécimes e as feras são aprisionadas em jaulas e em ambientes exíguos para o deleite das pessoas. Circos, rodeios, zoológicos, touradas, rinhas, farras do boi etc, são exemplos vergonhosos da exploração de animais para “diversão” do homem  

RITUAIS RELIGIOSOS - nenhuma religião pode ser utilizada como desculpa para atos retrógrados e cruéis. Não pode servir de escudo para o crime.

TRÁFICO - o resultado da ação do homem no mundo animal está pondo em risco a vida no planeta com a redução da biodiversidade. São centenas de espécies já extintas e outras ameaçadas de extinção - não somente pelo consumo da carne de animais silvestres, mas pelo hábito de querer tê-los como animais de estimação. Por isso, no Brasil, araras, papagaios, borboletas, jabutis, macacos, passarinhos, aranhas, escorpiões, cobras e tantas outras espécies da fauna silvestre brasileira vêm sendo vítimas de um comércio ilegal que movimenta cerca de 2 bilhões de dólares por ano - aqui e lá fora. O tráfico de animais é a terceira atividade ilícita mais lucrativa, depois do tráfico de drogas e armas. (SOS FAUNA)

 TRAÇÃO- muitas vezes, após longos anos de serviços prestados, os cavalos são abandonados à própria sorte, num meio urbano cheio de "armadilhas". Vítimas de maus-tratos e abandono, esses animais contam apenas com a solidariedade humana para poupá-los de trabalhos forçados e do sacrifício.

CAÇA - no Rio Grande do Sul, a caça amadorística está liberada e tem o aval do Ibama, pois é considerada "controle biológico de algumas espécies". Nesse estado, permite-se caçar paca, cotia, queixada, lebre, perdiz e outras aves. A alegação é de que esses animais se reproduzem rapidamente e prejudicam plantações. Uma aparente coincidência é o fato de empresas de armamentos estarem instaladas no Rio Grande do Sul. No Paraná, os clubes e fazendas de caça fazem divulgação discreta, na certa para evitar conflito com protecionistas.

Além dessa caça autorizada, ocorre pelo Brasil afora a matança descontrolada principalmente de onça-pintada, jacaré, cervo, tatu, capivara e de diversas espécies de aves. Não se trata aqui de subsistência da população local. Na maioria das vezes, os animais são abatidos por fazendeiros ou por caçadores que abastecem o comércio de peles e plumas, e ainda por aqueles que o fazem pelo prazer de matar.(ARCA BRASIL)

ALUGUEL DE CÃES - O aluguel de cães é uma prática cruel, que na maioria das vezes traz para o animal um sofrimento continuo. A maioria dos cães alugados:

- Não tem local adequado para dormir “em serviço”;
- Fica muitas vezes sem comida e água;
- Está à mercê de envenenamento, tiro e qualquer outro tipo de violência por quem for invadir a propriedade;
- É posto junto a outros animais desconhecidos e treinados para serem violentos, já com desequilíbrio mental devido ao tratamento recebido e a vida que levam, levando a brigas que levam a morte ou mutilações;
- É descartado (abandonado) quando adoece ou envelhece;
- Não tem atividades de entretenimento para desenvolver uma boa saúde mental;
- Não tem a chance de se apegar a alguém, por não ter contato e/ou receber atenção.

 



Categoria: ARTIGO DE OPINIÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 12h06
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Continuação - EXPLORAÇÃO ANIMAL

 


COMERCIO DE ANIMAIS - não financie o comércio de vidas. Animais não são produtos. Vida não se vende ou compra, se salva!

O comércio sem controle de cães e gatos e as chamadas criações de fundo de quintal acentuam enormemente o abandono de animais nas cidades.

Se você quer um animal, adote

USO DE PELES – uma das maiores crueldades na Exploração Animal é a indústria de peles, depois de passarem a vida em condições deploráveis, os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados, gazeados, afogados ou estrangulados. Nem todos os animais morrem imediatamente - alguns chegam a ser esfolados ainda com vida!

VIVISSECÇÃO- para ensino e para pesquisa

Ensino - No Brasil, as faculdades de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia, odontologia, ciências farmacêuticas, enfermagem, dentre outras, possuem aulas práticas onde são utilizados animais vivos - a chamada vivissecção - ou seja: animais são encaminhados vivos para a sala de aula, onde são contidos e anestesiados (nem sempre adequadamente) para em seguida, com a presença do professor e alunos, serem utilizados em diversos experimentos de aprendizagem. Após a prática são sacrificados.

Pesquisa  - Animais são presos, amordaçados, de modo a não poder se debater e escapar da dor, têm de sofrer quietos, sem anestesia ou analgésicos. Invariavelmente evacuam e urinam de pavor ou dor. Muitos, desesperados, sempre apresentando olhar de pânico, partem a própria coluna devido à contratura muscular e espasmos violentos produzidos pelos medicamentos ou produtos.

Tudo isso diante do olhar frio e calculista de algum técnico que anota os "resultados" na sua prancheta.

EXPLORAÇÃO DA IMAGEM- hoje esse mercado que explora, escraviza, mercantiliza e "mecaniza" animais acontece por aqui impune, infelizmente ainda livre da interferência de quem zela pelos direitos animais.

Animais não-humanos não podem falar, não podem se organizar e rebelar contra quem os têm como propriedade, como escravos. Sua defesa só pode vir de fora - no caso, de nós defensores de seus direitos.

Groomer – são tosadores que fizeram do ato de banho e tosa, um mercado lucrativo que vai desde tosra os pelos dos animais das formas mais ridículas até colorir os pobres de diversas cores. É comum hoje no Brasil eventos que promovem campeonatos e Grooming, em alguns casos vence quem finalizar o trabalho no menos tempo.

Desfiles e exposições -  esta poderia se enquadrar numa forma de exploração animal por entretenimento, porém trata-se de uma forma “mascarada” de proporcionar sofrimentos aos animais, dando a impressão aos “proprietários” que comparecem ao evento de que os bichinhos estão felizes e satisfeitos por serem obrigados a se expor para centenas de pessoas, trajando roupas e acessórios que lhe causam desconforto, muitas vezes sendo manuseados, tocados e conduzidos por pessoas que nunca viram em sua vida, simplesmente para promover a venda de produtos, roupas e acessórios pets, ou mesmo, incentivar a compra de animais de determinadas raças.

Mercado de acessórios PET - consiste em proporcionar ao animal TUDO o que ele não precisa. Coleiras de pérolas, linha de shampoos e cosméticos (testados em animais) que proporciona o bem estar ao seu bichinho à partir da crueldade cometida com outros, caminhas que custam de algumas centenas a alguns milhares  de reais, roupas e sapatos para cães e gatos, unhas postiças, casacos de peles para cães, etc.

Animais atores e modelos - Os animais não atuam voluntariamente, eles são obrigados por seus proprietários, que recebem uma boa quantia em dinheiro com essa “atuação”,  a fazerem em frente as câmeras atos, que em muitas vezes aprenderam a fazer depois de serem muito espancados.

Se você realmente ama seu animal, proporcione a ele o que realmente necessita: cuidado medico veterinário, carinho, respeito e proteção.

Se você tem dinheiro sobrando, não alimente a industria que vive da exploração de animais. Ajuda mensalmente com ração, medicamentos ou dinheiro um abrigo de animais abandonados. Tenha certeza de que seu dinheiro será muito melhor empregado, e este ato lhe trará uma satisfação pessoal muito maior.

Não ame apenas o SEU animal, ame TODOS.

 

Lilian Rockenbach

 

"O homem implora a misericórdia de Deus mas não tem piedade dos animais, para os quais ele é um deus. Os animais que sacrificais já vos deram o doce tributo de seu leite, a maciez de sua lã e depositaram confiança nas mãos criminosas que os degolam. Ninguém purifica seu espírito com sangue. Na inocente cabeça do animal não é possível colocar o peso de um fio de cabelo das maldades e erros pelos quais cada um terá de responder."
GAUTAMA BUDA


Fontes de pesquisa:

Instituto Nina Rosa

Google



Categoria: ARTIGO DE OPINIÃO
Escrito por Lilian Rockenbach às 11h53
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