Resposta à pergunta de algumas pessoas por Francisco José Papi
Questão interessante. Vamos ver se essa eu consigo responder de modo didático.
1) Quem faz esta pergunta admite que existem dois tipos de pessoas no mundo: As Pessoas Que Ajudam e as Pessoas Que Não Ajudam.
Além disso, admite também que faz parte das Pessoas Que Não Ajudam, afinal, do contrário, diria "Por que não me ajudam a defender as crianças com fome?", ou "Venham defender comigo as crianças com fome!", ou "Não, obrigada, vou defender as crianças com fome".
Então ela se coloca claramente através de sua escolha de palavras como uma Pessoa Que Não Ajuda.
É curioso a Pessoa Que Não Ajuda, não faz nenhum esforço para ajudar, mas, sim, para tentar dirigir as ações das Pessoas Que Ajudam. É bastante interessante. Se eu fosse até sua casa organizar sua vida financeira sob a alegação de que eu sei muito mais sobre administração familiar eu estaria interferindo, mas ela se sente no direito de interferir nas ações que uma pessoa resolve tomar para aliviar os problemas que ela encontra ao seu redor.
É uma Pessoa Que Não Ajuda, mas ainda assim quer decidir quem merece ajuda das pessoas Que Ajudam e o nome disso é "prepotência".
2) Pessoas Que Ajudam nunca vão ajudar as "crianças com fome". Nem tampouco os "velhos", os "doentes" ou os "despossuídos". E sabe por que?
Porque "crianças com fome" ou "velhos" ou qualquer outro destes é abstrato demais. Não têm face, não são ninguém. São figuras de retóricas de quem gosta de comentar sobre o estado do mundo atual enquanto beberica seu uisquezinho no conforto de sua casa.
Pessoas Que Ajudam agem em cima do que existe, do que elas podem ver, do que lhes chama atenção naquele momento. Elas não ajudam "os velhos", elas ajudam "os velhos do asilo X com 50,00 reais por mês".
Elas não ajudam "as crianças com fome", elas ajudam "as crianças do orfanato Y com a conta do supermercado".
Elas não ajudam "os doentes", elas ajudam o "Instituto da Doença Z com uma tarde por semana contando histórias aos pacientes".
Pessoas Que Ajudam não ficam esperando esses seres vagos e difusos como as "crianças com fome" baterem na porta da sua casa e perguntar se elas podem lhe ajudar.
Pessoas Que Ajudam vão atrás de questões muito mais pontuais.
Pessoas Que Ajudam cobram das autoridades punição contra quem maltrata uma cadela indefesa sem motivo.
Pessoas Que Ajudam dão auxílio a um pai de família que perdeu o emprego e não tem como sustentar seus filhos por um tempo.
Pessoas Que Ajudam tiram satisfação de quem persegue uma velhinha no meio da rua.
Pessoas Que Ajudam dão aulas de graça para crianças de um bairro pobre.
Pessoas Que Ajudam levantam fundos para que alguém com uma doença rara possa ir se tratar no exterior.
Pessoas Que Ajudam não fogem da raia quando vêem QUALQUER COISA onde elas possam ser úteis. Quem se preocupa com algo tão difuso e sem cara como as "crianças com fome" são as Pessoas Que Não Ajudam.
3) Pessoas Que Ajudam são incrivelmente multitarefa, ao contrário da preocupação que as Pessoas Que Não Ajudam manifestam a seu respeito. (Preocupação até justificada porque, afinal, quem nunca faz nada realmente deve achar que é muito difícil fazer alguma coisa, quanto mais várias).
O fato de uma pessoa Que Ajuda se preocupar com a punição de quem burlou a lei e torturou inutilmente um animal não significa que ela forçosamente comeu o cérebro de criancinhas no café da manhã. Não existe uma disputa de facções entre Pessoas Que Ajudam, tipo "humanos versus animais".
Geralmente as Pessoas Que Ajudam, até por estarem em menor número, ajudam várias causas ao mesmo tempo. Elas vão onde precisam estar, portanto muitas das Pessoas Que Ajudam que acham importante fazer valer a lei no caso de maus-tratos a um animal são pessoas que ao mesmo tempo doam sangue, fazem trabalho voluntário, levantam fundos, são gentis com os menos privilegiados e batalham por condições melhores de vida para aqueles que não conseguem fazê-lo sozinhos.
Talvez você não saiba porque, afinal, as Pessoas Que Ajudam não saem alardeando por aí quando precisam de assinaturas para dobrar a pena para quem comete atrocidades contra animais, que estão fazendo todas estas outras coisas, quase que diariamente. E acho que é por isso que você pensa que se elas estão lutando por uma causa que você "não curte", elas não estão fazendo outras pequenas ou grandes ações para os diversos outros problemas que elas vêem no mundo. Elas estão, sim. E se fazem ouvir como podem, porque sempre tem uma Pessoa Que Não Ajuda no meio para dar pitaco.
Então, como dizia meu avô, "muito ajuda quem não atrapalha". Porque a gente já tem muito trabalho ajudando pessoas e animais que precisam (algumas até poderiam ser chamadas tecnicamente de "crianças com fome", se assim preferem os que não ajudam).
(este texto pode e deve ser reproduzido) Escrito em 13.04.2005
O Halem Guerra do Ecosul complementa:
Esta pergunta é típica de quem não faz nada por ninguém nem por causa alguma.
Como dizia o Barão de Itararé, “de onde menos se espera é que não sai nada mesmo”.
Veja minha entrevista no Gaspareto sobre o assunto:
PROCURADOR GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO ATENDE AO
PEDIDO DO DEPUTADO ESTADUAL FELICIANO FILHO
Atendendo ao pedido, feito em audiência realizada em 20 de Abril de 2010 pelo deputado estadual Feliciano Filho( http://www.felicianofilho.com.br/2010/?p=701), o Procurador Geral da Justiça de São Paulo, Fernando Grella Vieira, anunciou na última segunda feira a composição do Grupo Especial de Promotores para apuração de crimes contra os animais, dentro do Ministério Público de SP. O grupo contará com promotores de justiça especialistas no tema e responderá diretamente ao Procurador Geral, atuando nas áreas cível e criminal, e deverá ser formado até Dezembro deste ano.
Lembrando que na reunião realizada em 20 de Abril de 2010 o deputado estadual Feliciano Filho entregou pessoalmente dois pedidos ao Procurador Geral do Estado de São Paulo:
1- A criação do Grupo Especial de Promotores,
2- A criação da Promotoria de Defesa Animal
Na audiência o Procurador Geral do Estado, Fernando Grella Vieira, se comprometeu em atender as solicitações de Feliciano, estabelecendo um cronograma de atividades.
1- Em um primeiro momento, Fernando Grella Vieira enviará para todos os promotores do Estado de São Paulo uma recomendação para que tenham maior atenção às questões relacionadas aos crimes praticados contra os animais.
2- Posteriormente, em médio prazo, será criado o Grupo Especial de Promotores, que pode ser estabelecido sem a necessidade de Lei.
3- Já a Promotoria Especial, que requer legislação para ser instituída, será viabilizada em longo prazo.
Feliciano Filho está muito satisfeito por saber que o Procurador de Justiça Geral do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, atendeu tão prontamente ao seu pedido, demonstrando desta forma uma real preocupação com os crimes cometidos contra os animais no Estado, e agradece o empenho do deputado estadual Fernando Capez que protocolou um pedido para a criação da Promotoria de Defesa Animal.
Ainda na luta pelos animais, em 11 de maio o deputado Feliciano Filho se reuniu Secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, para pedir a instalação de dois tipos de delegacias em todo o Estado de São Paulo.
DELEGACIA ESPECIAL - para atender denúncias de crimes praticados contra animais nos municípios que disponham de 05 (cinco) ou mais Delegacias de Polícia (DPs),
FBI - 80% DOS SERIAL KILLERS COMEÇAM MATANDO ANIMAIS
"No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pereceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela".
Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham, 16 anos, acusado pela morte da mãe e por ter matado a tiros dois colegas no Mississippi.
O "serial killer" Jeffrey Dahmer que matou e depois comeu 17 mulheres, costumava empalar( enfiar uma estaca pelo ânus até a morte) sapos quando criança.
Em 1983 um estudo do FBI indicou que em 88% das familias com relatos de abuso sexual infantil, pelo menos uma pessoa tinha abusado animais
O New Jersey estudo também constatou que, em 2 / 3 destes casos, o pai abusivo tinha ferido ou matado um animal de estimação e em 1 / 3 dos casos, as crianças também eram agressores de animais.
Esses exemplos ilustram uma macabra conexão entre a crueldade oferecida aos animais e a violência contra as pessoas e autorizam especialistas como Allen Brantley do FBI, a afirmar que maltratar um animal nunca é apenas um fato lamentável, mas sim um sério alerta de perigo.
SEGUNDO O FBI, 80 % DOS ASSASSINOS COMEÇAM MATANDO ANIMAIS
Pessoas com má índole, sempre preferem primeiramente, aqueles que não falam e não podem se defender, até que seu instinto perverso vai aos poucos se solidificando, ao ponto de, num dia qualquer, começar a colocar em prática com os de sua espécie tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais.
"Ter a capacidade de rastrear casos de crueldade contra animais, em qualquer parte do país é um passo que já é tomado há muito tempo que não só para ajudar aos animais, mas também para dar aos responsáveis pela aplicação da lei as ferramentas de que necessitam para impedir criminosos violentos continuem na escalada do seu terrível comportamento", disse Michael Markarian , Vice-presidente executivo da The Humane Society dos Estados Unidos, e o presidente da Humane Society Legislativa Fundo. "Estamos gratos ao Senador Menendez, por introduzir esta importante lei anti-crime, para o bem dos animais, bem como para a segurança pública e em nossas comunidades”
No Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a Associação Psiquiátrica Americana lista Crueldade Animal como um dos comportamentos sinalizando conduta de desordem. Clinical evidence indicates that animal cruelty is one of the symptoms usually seen at the earliest stages of conduct disorder, often by the age of eight. Evidências clínicas indicam que a crueldade animal é um dos sintomas geralmente vistos nas fases iniciais de conduta desordem, muitas vezes pela idade de oito anos . This information has only recently been included in the DSM, so some psychologists, psychiatrists, and social workers are just now becoming aware of it. Esta informação foi apenas recentemente incluída no DSM, de modo que alguns psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais estão apenas agora a tomar conhecimento da mesma.
Crimes contra os animais não são eventos isolados. FBI experts advise all appropriate agencies to share case information with one another.
Peritos do FBI aconselham todas as agências dos EUA para compartilhar informações de casos cometidos de crueldades contra animais. A comprehensive approach with cooperation from the family, support from the school, and counseling by a psychologist or social worker is essential. Uma abordagem abrangente com a colaboração da família, o apoio da escola, e aconselhamento por um psicólogo ou assistente social é essencial.
Alguns exemplos altamente divulgados da "conexão" são:
May 21, 1998, Springfield, OR: Kip Kinkel, 15, allegedly walked into his high school cafeteria and opened fire on his classmates.21 de maio de 1998, Springfield, OR: Kip Kinkel, 15, supostamente caminhou em sua escola secundária em direção a uma cafeteria e abriu fogo sobre seus colegas. Friends and family indicated that Kinkel has a history of animal abuse and torture. Amigos e familiares indicaram que Kinkel tem uma história de abuso e tortura animal. Friends said that he often bragged about torturing and killing animals. Amigos disseram que ele muitas vezes falava sobre tortura e morte dos animais.
9 de abril de 1998, West Dallas, TX: Sete e 8 anos de idade, irmãos e um amigo de 11 anos foram presos por seqüestro, espancamento e agredir sexualmente a garota de 3 anos . A local television station reported that the brothers had been involved in animal cruelty. A estação de televisão locais informaram que os irmãos tinham sido envolvidos na crueldade animal.
March 24, 1998, Jonesboro, AR: Mitchell Johnson - 13, and Andrew Golden - 11, allegedly shot and killed four students and one teacher ambushed during a fire drill.24 de março de 1998, Jonesboro, AR: Mitchell Johnson - 13, e Andrew Golden - 11, alegadamente tiros e mataram quatro alunos e um professor emboscados durante um incêndio. A school friend of Golden stated that Andrew "said he shoots dogs all the time with a .22." Um amigo de Golden Andrew da escola afirmou que "ele dizia o tempo todo que matava cães com uma 22".
October 1, 1997, Pearl, MS: Luke Woodham - 16, allegedly stabbed his mother to death.1 de outubro de 1997, Pearl, MS: Luke Woodham - 16, assumiu a morte de sua mãe. Woodham then allegedly went to his high school where he shot and killed two classmates and injured seven others. Woodham então supostamente foi para a sua escola secundária ondedisparou tiros e matou dois colegas e feriu outras sete. Woodham stated in his personal journal that he and an accomplice beat, burned, and tortured his dog, Sparkle, to death. Woodham afirmou no seu diário pessoal que ele e um cúmplice haviam torturado e queimados seu cachorro, Sparkle, à morte. He wrote, "On Saturday of last week, I made my first kill." Ele escreveu: "No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato". After brutally beating Sparkle, they set her on fire. Após brutal espancamento de Sparkle, colocou fogo em seu corpo. The diary continues, "We sprayed fluid down her throat. Her neck caught on fire inside and out. It was true beauty." A agenda continua, "Nós pulverizamos fluido para baixo sua garganta. Seu pescoço tomado no fogo por dentro e por fora. Foi uma verdadeira beleza".
December 1, 1997, West Paducah, KY: Michael Carneal - 14, allegedly shot and killed three classmates at school.1 de dezembro de 1997, West Paducah, KY: Michael Carneal - 14, atirou e matou três colegas de escola. According to another student, Carneal talked about throwing a cat into a bonfire. De acordo com outro aluno, Carneal falou que atirara um gato em uma fogueira.
November 1996, Tavares, FL: Rod Ferrell - 17, "vampire cult leader" and cult members Heather Wendorf, 16, Howard Anderson, 17, Dana Cooper, 20, and Charity Keesee, 17, were arrested in connection with the bludgeoning deaths of Wendorf's parents.Novembro de 1996, Tavares, FL: Rod Ferrell - 17, "líder do culto dos vampiros " e membros Heather Wendorf, 16, Howard Anderson, 17, Dana Cooper, 20, e Caridade Keesee 17, foram detidos em conexão com as mortes de várias pessoas no pais. Media accounts include animal torture and mutilation as part of their rituals. Incluíam também tortura e mutilação de animais como parte de seus rituais.
No Brasil, o caso mais conhecido é do motoboy Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque.
Na época dos crimes, a imprensa noticiou superficialmente que o motoboy apresentava antecedentes de prática de crueldade contra animais. Sobrinho de um açougueiro que mantinha um matadouro clandestino, desde pequeno Francisco gostava de assistir ao abate do gado. Ainda garoto, ele caçava rolinhas, mutilava-as e as fritava, ainda vivas. Também maltratava e matava cães e gatos da vizinhança, com tiros de chumbinho e pedradas.
O JORNAL ZERO HORA DO DIA 01/06/2004 DO RS
Um menino de 11 anos matou Maicon Rodrigues dos Santos ( 6 anos ), ele confessou que matou Maicon da mesma maneira que costumava matar Gatos... degolando-os.
Violência Contra Animais e a Violência Doméstica: Qual a ligação?
Rita de Cassia Garcia Assessoria Técnica Coordenadoria de Controle de Doenças - SES/SP
Qual a relação entre maus-tratos e crueldades para com os animais e a violência doméstica? Existe um elo entre eles? Não é de hoje que pesquisas comprovam a ligação entre a violência doméstica e a violência contra os animais de estimação, esta ultima servindo como sinal de alerta para a possível existência da violência contra seres humanos mais fragilizados no contexto familiar, como no caso de crianças, idosos e até mesmo mulheres. Mas também a crueldade contra os animais está presente como uma característica comum nos registros de estupradores e assassinos em série. O abuso contra animais aparece de forma clara nas histórias de pessoas com comportamento violento
(FBI,1998;AlanBrantley,1996).
A violência doméstica, muitas vezes, começa com o abuso ou maus-tratos de animais.Dessa forma, cientistas sociais e órgãos de execução penal norte-americanos passaram a encarar a crueldade contra animais como um grave problema humano, diretamente relacionado à violência doméstica, abusos contra crianças, idosos e outros crimes violentos, se tornando um meio eficaz de romper o ciclo da violência doméstica de uma geração para a outra (Associação Internacional dos Chefes de Polícia, 2000).
Na Filadélfia (Estados Unidos) uma criança de 4 anos foi espancada até a morte em janeiro de 1999. Mas as autoridades de controle de cães e gatos já haviam estado no local, meses antes, devido a denuncias de crueldade com o cão da família, feitas por vizinhos.Esse caso, entre centenas de outros, é um exemplo de como os serviços de controle de zoonoses e de controle de populações de cães e gatos, em parceria com os profissionais médicos veterinários, podem auxiliar os órgãos competentes a diagnosticar a violência doméstica (Phil Arkow, 2004).
Em pesquisa realizada por DeViney, Dickert & Lockwood, 1983, abusos contra animais aconteceram em 88% das famílias em que ocorreram casos de abusos físicos contra crianças. Segundo Groves, 2004, entre 45% a 60% dos lares com violência doméstica apresentam maior risco de abuso contra crianças.
Tanto as crianças como os animais são vítimas silenciosas da violência doméstica, muitas vezes vítimas invisíveis. Como o abuso contra o animal é um indicador de um lar caótico, no qual a segurança das crianças está em risco, tal abuso deve ser percebido e documentado, da mesma forma que um problema de bem-estar humano, e ser redefinido, também, como violência doméstica. Por sua vez, a comunidade deve ser treinada para reconhecer e denunciar todas as formas desta violência.
Por fim, a crueldade contra os animais não deve ser ignorada, mas encarada como a manifestação da agressividade latente, pois pode mostrar sinais de um comportamento futuro violento contra humanos. “Quando animais sofrem abusos, as pessoas estão em perigo. Quando as pessoas sofrem abusos, os animais estão em perigo”, Associação Internacional dos Chefes de Polícia, 2000.
*Texto escrito a partir de informações passadas durante a apresentação de Phil Arkow, no Simpósio de Policiais, em 2004, em São Paulo.
Bibliografia
Alan Brantley, Agente Especial do FBI, Unidade de Ciências do Comportamento, 1996
Arnold Arluke & Carter Luke, Northeastern University & Massachusetts SPCA, 1997
“Animals Relations in Childhoodand Later Violent Behaviour Against Humans” K-G Schiff & D.A. Louw, Dept. of Psychology,University of the Orange Free State& Frank R. Ascione, Psychology Dept., Utah State University
Betsy McAlister Groves, Child Witness to Violence Project, Boston MA, 2004
Uma importante mensagem para começarmos a semana de uma forma diferente.
Este vídeo foi feito em homenagem a uma estudante de medicina que alguns dias antes de se formar morreu de câncer de pele, este vídeo foi mostrado na formatura dela, a mãe dela mandou ser feito
AGRADECIMENTOS - 1º ANIVERSÁRIO DA CÃOMINHADA CCZ SP
Parabéns a todos que participam deste importante projeto no CCZ de São Paulo, principalmente para você Regiane que está lá todos os Domingos, chova ou faça Sol, e à Dra. Rita Garcia que é a verdadeira e grande realizadora do projeto, pois a primeira Cãominhada aconteceu por sua iniciativa, muito timidamente, com cerca de dez participantes..
O que para nós são apenas algumas horas, para os nossos irmãos animais é tudo o que eles teem.
Agradeço a presença de todos que estiveram presentes na manhã de ontem (16/5) na Cãominhada com os Animais do CCZ SP.
Acredito que pudemos levar para a casa bons momentos de alegria, descontração, trabalho em equipe, esforço comunitário e solidariedade com os animais humanos e, principalmente, com os animais não humanos, além de nos deliciarmos com a comidinha, bolos e doces maravilhosos em nosso Almoço Comunitário e comemoração dos aniversariantes de abril e maio.
Agradecimentos especiais à Sandra Brassioli, Debora, Evandro e Aline, equipe do Setor de Educação que ajudou na divulgação e parte da organização desse evento.
A todos os funcionários do CCZ que estiveram presentes.
À minha parceira e companheira de luta e voluntariado JORDANA PORTO, que sempre me apoia e não mede esforços para a realização de missões quase impossíveis.
À equipe da Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, divulgando o evento e trazendo a equipe de reportagem da JOVEM PAN e RECORD.
Aos veterinários Monica, Fernando, Dionisio, Ricardo e Telma que trabalham diariamente para que os cães do canil coletivo possam, cada vez mais, estar saudáveis e com melhores condições de bem estar.
Aos agentes de apoio que tanto têm colaborando com a equipe de voluntários e passeadores todos os domingos durante as Cãominnhadas, além de todo o trabalho sério e responsável realizado todos os dias nos canis.
Aos funcionários da limpeza e da equipe de segurança por estarem, na maioria das vezes, sempre dispostos a cooperarem em suas funções, até mesmo quando os problemas de infra-estrutura e recursos materiais impedem que tarefas simples sejam realizadas de pronto.
Agradecimentos mais do que especiais à Drª Rita Garcia, coordenadora do PROBEM, pela magnífica dinâmica de grupo e palestra realizada a todos os presentes, que puderam vivenciar a questão do ABANDONO e da POSSE RESPONSÁVEL, pelo OLHAR DO ANIMAL. Sem dúvida, uma experiência inusitada para muitos dos presentes.
Ao passeador Celso Souza Barros Filho e grupo de amigos que doaram 100 cobertores para os peludos e peludas do CCZ.
Ao parceiro de luta Lito Fernandez que deixou por alguns instantes a feira de adoção do Natureza em Forma e veio nos prestigiar.
Aliás, Lito, PARABÉNS pelo belo espaço conseguido na Santana Parque Shopping e pelas adoções feitas nesse final de semana.
A todos os parceiros da causa animal que, direta ou indiretamente, têm prestigiado e torcido pelo nosso tabalho.
À equipe da FORÇA AÉREA que passará a trazer para as Cãominhadas, nos próximos domingos, cerca de 10 soldados para participarem da atividade e aprenderem cuidados básicos que devem ser dados aos animais.
Aos passeadores que estiveram participando pela primeira vez e deram um bom exemplo de cidadania.
Aos passeadores que têm nos ajudado há vários meses, prestigiando esse projeto e colaborado com tanto empenho por uma melhor qualidade de vida para os animais internados no CCZ, à espera por um novo lar.
E, finalmente, à equipe de MONITORES-VOLUNTÁRIOS DO PROJETO CÃOMINHADA, que têm pacientemente acreditado no meu trabalho e tanto me ajudam a dar continuidade nas ações necessárias de bem estar para os cães e gatos que vivem atualmente no CCZ SP.
Uma equipe de jovens responsáveis, interessados e muito prestativos, que não medem esforços para verem os animais sempre bem cuidados, enquanto esperam por uma família que os acolham. Um belo exemplo a ser seguido pela nova geração.
E, sem dúvida alguma, AGRADEÇO A TODOS OS CÃES E GATOS que por ali passaram ou que ali se encontram e têm nos propiciado muitas oportunidades de aprendizado e lições de AMOR INCONDICIONAL.
Que São Francisco sempre abençõe a TODOS, sejam ANIMAIS HUMANOS ou ANIMAIS NÃO HUMANOS.
1 ANO DE CÃOMINHADA COM OS ANIMAIS
DO CCZ SP !!!
MAIS UM SONHO SE TRANSFORMANDO
EM REALIDADE, EM MEIO A TANTOS OBSTÁCULOS VIVENCIADOS !
UM PROJETO QUE VÊM SERVINDO DE INSPIRAÇÃO PARA OUTROS CCZs
E MUNICÍPIOS DO ESTADO DE SÃO PAULO,
A EXEMPLO DE ITATIBA E BROTAS.
Muito obrigada a todos pela compreensão, colaboração e participação.
Deputado Feliciano propõe a criação do Fundo Estadual de Defesa Animal
Viabilizar a ampliação de parcerias entre o Governo com Prefeituras e entidades de proteção animal para a instituição de programas de castração e identificação. É com este objetivo que o deputado Feliciano Filho propõe a criação do Fundo Estadual de Defesa Animal (FEDA).
A proposta foi formalizada em uma indicação apresentada nesta quinta-feira, 13 de maio na Assembleia Legislativa. Ela será publicada no Diário Oficial e encaminhada ao governador do Estado de São Paulo.
Feliciano enfatiza o mérito da proposta. “Além de tratar-se de uma questão humanitária, é também questão de saúde pública e meio ambiente”, salienta.
LEISHMANIOSE: Parece que o "negócio" é matar mesmo!
O mesmo Manual citado pelo Secretário de Saúde de Bauru, diz que o diagnóstico parasotológico é o único teste "padrão ouro" para a detecção da doença.
Atualmente os principais métodos utilizados para o diagnóstico sorológico são: o ELISA (imunoenzimático) e a RIFI (imunofluorescência indireta), e objetivam detectar anticorpos contra Leishmania, porém estes apresentam um alto índice de resultados falso negativo pela demora que o animal leva para apresentar a infecção (em média três meses após a infecção) e falsos positivos, já que outras doenças podem apresentar reações cruzadas como: chagas, toxoplasmose, erliquiose, co-infecção por erliquiose e babesiose e neosporose (Zanette, et al., 2006).
CCZ de Bauru rejeita levar em conta resultado de laboratório particular no caso da cadela Xuxa
15 de maio de 2010
Em meio à polêmica sobre a cadela Xuxa (acompanhenotícia publicada na ANDA), cujo exame por rede particular descarta leishmaniose – doença detectada no animal, segundo o CCZ de Bauru (SP), conforme o BOM DIA mostrou nesta sexta (14), a Secretaria Municipal da Saúde informa que a situação “permanece a mesma” perante o órgão. “O exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz apresentou resultado positivo.”
Sobre a realização de novos exames, o Centro de Controle de Zoonoses informa que “nenhum resultado foi apresentado ao órgão” e, “ainda que o seja”, diz seguir conduta do Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral Americana do Estado de São Paulo, de 2006. “O plano de Vigilância e controle não preconiza a realização de contraprova e se esta, por motivos de força maior [solicitação judicial] for realizada, só serão aceitos os resultados obtidos de Laboratórios de referência estadual e não de laboratórios particulares.”
Repasso o texto escrito e publicado pelo Dr. Wilson Grassi.
Parabenizo ao Dr. Wilson Grassi, pelo texto, e concordo plenamente com suas colocações.
Assisti um vídeo na no site da VEJA, divulgado pelo Twitter, onde vi capas de crocodilo eram vendidas para cães e conjuntos de capa e bolsa foram vendidos por R$10 mil e a grande estrela da feira foi uma capa de cristais ao preço de R$ 35 mil...
Pet Fashion Week. Nem luxo, nem lixo
Por Wilson Grassi
Foto: Evento em foco
Para mim e muitas outras pessoas é difícil não ficar indignado ao ver poodles tingidos de cor de rosa, tosas estilizadas e adereços inúteis, como os que pontuaram a edição paulistana do Pet Fashion Week, em sofisticado hotel da capital. Evento destinado, segundo os organizadores, a apresentar ao varejo seus produtos e inovações nos segmentos de moda, tosa e lifestyle, (aliás, nem sei direito o que querem dizer com lifestyle).
Uma leitura mais atenta, porém, revela a violência que é a tentativa de humanização destes animais, visando apenas atender ao senso estético humano. Preencher o ego de algumas pessoas e os bolsos de outras.
Nem a desculpa de que o evento angaria fundos para “instituição Cão Guia” me convence, mesmo porque também este tipo de exploração animal é bastante questionável.
A comparação do luxo versos o lixo fica chocante quando lembramos que para cada cão que tem acesso a um colar de pérolas, como os que desfilaram neste evento, milhões não tomam as vacinas básicas! E poucos se preocupam com isso.
Para cada cão que passou por uma tintura na pelagem, milhares morrem 12 anos antes da hora, atropelados, com viroses ou sacrificados nos centros de zoonoses municipais.
Para cada cão que toma banho de ofurô, uma infinidade ainda não comeu hoje, pois não achou nada no lixo!
Outro ponto que tem que ser insistentemente lembrado, é que não só os cães e gatos são animais. Isso, para que possamos ampliar este “amor”, também aos outros animais que são tratados como escravos, como os porcos, as vacas e as galinhas.
“Não sou contra a tecnologia, muito menos contra o luxo, mas o verdadeiro desafio na questão dos cães e gatos, não é fabricar aparelhos médicos mais potentes e modernos, nem acessórios mais caros e cravejados de brilhantes. O verdadeiro desafio, e onde deveriam estar concentrados nossos esforços – e quando digo nossos, digo veterinários, políticos, empresários do mercado Pet, simpatizantes e amantes dos animais – é diminuir a população de cães e gatos em geral e consequentemente o números destes animais excluídos de qualquer tipo de cuidado.
Resolver este quadro é o verdadeiro desafio! Começar falando sobre os problemas, ao invés de enaltecer atitudes egocêntricas e mercantilistas, pode ser um bom ponto de partida.
Veterinário Wilson Grassi www.wilsonveterinario.com.br
BOM DIA BRASIL SUGERE PARA ACABAR COM O "PROBLEMA" DOS ANIMAIS EM SÃO PAULO A VOLTA DA MATANÇA
Ainda na matéria a Carla Vilhena diz que os animais abandonados tranmitem doenças graves, "a RAIVA ainda circula no país em animais abandonados".
Outro problema apontado pela jornalista é a LEISHMANIOSE, "em cidades como Araçatuba, a doença vem sido registrada a onze anos, e que entidades protetora de animais estimam que pelo menos 50 mil animais foram mortos por estarem "infectados" com a doença".
Penso que deveria haver uma legislação contra esse tipo de materia e que antes de falar sobre um assunto, o jornalista fosse obrigado a estudar sobre o assunto que se propõe a abordar.
O que tenho percebido em minhas visitas aos CCZ de cidades endêmicas, é que os animais são mortos indiscriminadamente, muitas vezes sem o exame de sangue comprobatório que a Lei Feliciano obriga, e a doença é dada como motivo pq o Ministerio da Saude condena animais infectados pela doença à morte. Mesmo quando o exame é feito, é necessária uma contra prova, pois o indice de falso positivo é extremamente alto.
A materia é muito tendenciosa e , na minha opinião, tem uma mensagem "entre linhas".
Percebam que a reporter diz que o "PROBLEMA" é que em SP existe uma lei, Lei Feliciano, que proíbe a eutanásia de animais.
Em seguida ela mostra que o CCZ de Recife "ONDE NÃO É PROIBIDO MATAR" matou 2500 animais em 2009, sugerindo que lá não existe esse "PROBLEMA".
Depois ela fala da "LEISHMANIOSE" citando Araçatuba que matou cerca de 50 mil animais "INFECTADOS COM A DOENÇA" em 10 anos.
Faço parte de uma equipe que faz vistorias em CCZs, e curiosamente estivemos em Araçatuba, Bauru e outras cidades endêmicas de Leishmaniose. Descobrimos que estas cidades matam animais sistematicamente, isto consta em nossos relatórios, e já foram denunciadas no Ministério Público.
Será que ao linkar o "PROBLEMA" da Lei Feliciano, com a cidade de Recife que mata animais, com a cidade de Araçatuba, onde se mata animais sistematicamente com a desculpa da doença, não estaria sendo iniciada uma campanha para derrubar a Lei Feliciano uma vez que a Leishmaniose já foi identificada em cidades muito próximas da capital de São Paulo, exatamente para voltar a instituir a matança de animais, e dessa vez sistemática.
Segundo um estudo da USP São paulo possui 2.500.000 animais domiciliados.
Pensem, antes da Lei o CCZ de São Paulo matava 50 animais por dia, imaginem se identificarem um foco de doença na capital e conseguirem formar a opinião da população de que a única forma de "CONTROLAR" a doença é matando animais...
Será a pior matança de cães já registrada em nossa história.
Estamos organizando na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo um seminário LEISHMANIOSE: MATAR ANIMAIS RESOLVE? que contará com a participação de grandes especialistas no assunto, exatamente para trazer a tona essa discussão.
Escrevam para a REDE GLOBO e manifestem sua indignação.
"Eu telespectadora assídua do Bom dia Sao Paulo e Bom Dia Brasil venho aqui manifestar o meu TOTAL DESAPONTAMENTO e REVOLTA pela reportagem tendenciosa e com total falta de informação por parte dos repórteres: CARLA VILHENA, RENATO MACHADO E RENATA VASCONCELLOS sobre os animais abandonados que foram tratados de forma esdrúxula como simples transmissores de doenças e de dor de cabeça para o ser humano, quando a culpa por esta situação caótica é DO PRÓPRIO SER HUMANO que além de não castrar e cuidar de seus animais, ainda o abandona muitas vezes doente, ou porque ficou velho ou simplesmente porque enjoou de sua cara; isto tudo corroborado pelo PODER PÚBLICO que só empurra o problema com a barriga.
Se EUTÁNASIA como FOI SUGERIDO PELA REPORTER CARLA VILHENA fosse solução isso seria recomendado no mínimo pela OMS, mas ocorre justamente o contrário na recomendação da mesma organização, só uma política de CASTRAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO da população é o que resolve, além do que a eutanásia é pelo menos 2x mais cara que a castração para os cofres públicos.
Também absurda a colocação da lei que proíbe a eutanásia como culpada, isto foi um avanço conseguido com mais de 30 anos de luta dos protetores pelo DESCASO e o MAL que o ser humano fez e faz para com os nossos irmãos de jornada.
Acrdeito agora que a Rede Globo por colocar novelas que apoiem os rodeios, fazer apologia dos mesmos em suas reportagens e apoiar a eutanásia como solução, deve ser considerada a EMISSORA INIMIGA DOS ANIMAIS é contra todas as lutas para que estes seres tão injustiçados tenham um minimo de dignidade resgatada, já que fomos nós OS RACIONAIS que os tiraramos da natureza há 10.000 anos atrás.
QUE VERGONHA REDE GLOBO !!!! QUE "DESSERVIÇO" À NOSSA CAUSA E QUANTO DESRESPEITO AOS NOSSO IRMÃOS!!!
Acredito que todos conhecem o excelente trabalho realizado pelo NATUREZA EM FORMA no Casarão da Paulista, esta ONG nos últimos meses retirou do CCZ de São Paulo algumas centenas de animais para encaminhar para adoção, recebeu no ultimo dia 30/04, pelo projeto denominado FEIRAS EXTERNAS DE ADOÇÃO, o prêmio de Melhor Voluntariado de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Saúde. É inclusive responsável também pelo BANHO E TOSA dos animais do CCZ, que cuida semanalmente de cerca de 30 cães.
Infelizmente o local que era utilizado para adoções "Casarão" foi pedido e será reformado, ou seja, todo o trabalho em prol dos animais não poderia mais ser realizado. Houve então a necessidade de tentar encontrar um outro local para a realização das feiras de adoção, e dessa forma continuar retirando animais do CCZ de São Paulo.
O local mais próximo possível, embora sendo um espaço público, ainda está sendo administrativo por uma instituição privada (Banco Santander) e a OSCIP em questão jamais deixou de realizar qualquer evento sem AUTORIZAÇÃO EXPRESSA de todos os órgãos públicos pertinentes, conforme exigido em lei. Entendo portanto, que ao denunciar uma feira realizada para doar os animais do CCZ, sem antes saber da realidade dos fatos, tal denuncia tem como único objetivo prejudicar os animais.
Mais ético seria questionar os membros da ONG em questão em relação a autorização para realização de tal evento.
É muito interessante que PROTETORES INDEPENDENTES como o ESQUADRÃO PET denunciem o trabalho de uma ONG que atua na causa animal como um exemplo para outras instituições e protetores que existem apenas para divulgar o próprio nome, e cujo trabalho ninguém conhece.
É vergonhoso, pra mim, ver inseridos no movimento de proteção e defesa dos animais, pessoas que fazem ações levianas e irresponsáveis contra quem trabalha verdadeiramente, exemplarmente e com afinco pelos nossos irmãos, ao invés de discutirem com o Poder Público ações que devem ser tomadas em relação a tantas deficiências relacionadas à causa. Gostaria também de informar a estes "PROTETORES" que a causa animal não se resume a apenas "uma lei municipal", pois esta lei 14483 resume tudo o que tenho conhecimento da atuação de vocês em relação aos animais.
ESQUADRÃO PET, abram a mente e abracem a causa, usem seus esforços para lutar contra a Exploração Animal e contra o Abuso e Maus Tratos, e não contra pessoas que estão na causa, não para levantar o ego e fazer o próprio nome, mas que estão na causa simplesmente para ajudar os nossos irmãos animais.
Em 4 de maio de 2010 08:30, Rita de Cassia Maria Garcia <probemsp@gmail.com> escreveu:
Bom dia a todos e todas.
Achei importante levar ao conhecimento de vocês a denuncia feita.
Rita de Cassia Maria Garcia
Coordenadora PROBEM
De: izolina ribeiro [mailto:izolina.ribeiro@yahoo.com.br] Enviada em: segunda-feira, 3 de maio de 2010 11:16 Para: Inês Suarez Romano Cc: Claudia Furlan Mori"; stavares@prefeitura.sp.gov.br; Rejane Calixto Gonçalves Assunto: Pedido de explicações sobre Feira de adoção na Paulista/Apoio Probem e prefeitura de SP
Há cerca de 3 anos, meu grupo, o EsquadrãoPet, a ong TimedoTigor e outros protetores independentes tem insistido em denúnciar o comércio ilegal sejam em petshops ou locais públicos na cidade de SP. Na semana passada após meses de insistencia vimos pela primeira vez o CCZ/SP responder às nossas denúncias prontamente, o que nos deu novamente animo para continuar na luta pela lei 14483. Estamos confiantes de que agora vamos conseguir fazer valer a lei e com certeza vamos divulgar essa nova postura do órgão CCZ/SP.
Porém em contrapartida à essas boas notícias, uma protetora que mora na região da av. Paulista nos enviou essas fotos que estão no anexo. Estou perplexa pois essas fotos foram feitas no feriado de 21 de abril/2010 e demonstram total falta de respeito à lei 14483, gaiolas em calçada, lugar público, e para nosso espanto conta com o apoio de órgãos públicos, o PROBEM e a Prefeitura de São Paulo como colaboradores de uma ação ilegal. É justo o PROBEM após ter deixado de utilizar a verba dotada pelo vereador Tripoli no ano passado para a construção do Centro de Adoção do CCZ, realizar uma feira que fere uma lei elaborada por ele e defendida por protetores que se desdobram para defende-la sem nada pedir? Gostaria de acreditar que isso não passa de um mal entendido, mas as fotos estão aí para corroborar com minha indignação. Se houver possibilidade de alguma explicação, por favor nos esclareçam, estamos no aguardo. Izolina Ribeiro EsquadrãoPet
LEI 14483/07 Art. 3º São vedadas a venda e a realização de eventos de doação de cães e gatos em praças, ruas, parques e outras áreas públicas do Município de São Paulo.
DECRETO 49.393/08, que regulamenta a lei:
Art. 3º. São vedadas a venda e a realização de eventos de doação de cães e gatos em praças, ruas, parques e outras áreas públicas do Município de São Paulo. § 1º. A fiscalização do cumprimento do disposto no "caput" deste artigo, bem como a aplicação das eventuais penalidades cabíveis, compete às Subprefeituras, no âmbito de seus territórios, e à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, quando a irregularidade ocorrer nos parques municipais.
§ 2º. No caso da aplicação da penalidade de apreensão de animais ou plantel, o agente fiscalizador da Subprefeitura ou da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente deve acionar a Gerência do Centro de Controle de Zoonoses da Coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal da Saúde, a quem compete realizar a remoção dos animais ou do plantel, cuja destinação obedecerá ao disposto nos incisos I, II e III do § 1º do artigo 26 deste decreto.